- Investigação
- 27 de outubro de 2026
- Por: Redação
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A partir de uma notícia publicada pelo site argentino Infobae, de que Flávio Bolsonaro teria fugido do Brasil nesta madrugada a Polícia Federal apurou que o senador não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira.
Segundo a informação publicada, Flávio teria decolado rumo aos EUA a partir de Puerto Iguazú, na Argentina, às 2h da manhã, a bordo de um jato Gulfstream G400, matrícula LV-JQW, pertencente à empresa Baires Fly,
Neste momento, a PF está checando com as autoridades argentinas se existe alguma confirmação sobre um suposto ingresso de Flávio Bolsonaro naquele país.
A assessoria do senador foi contatada pela coluna sobre o caso, mas ainda não se pronunciou.
Dois interlocutores que falaram nesta manhã com a segurança de Flávio Bolsonaro, afirmam que o senador está em casa.
Lauro Jardim/ O Globo
- 30 dias
- 27 de outubro de 2026
- Por: Redação

O governo federal decidiu prorrogar por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel. A renovação da medida econômica foi confirmada nesta terça-feira (27.out.2026) pelo Ministério do Planejamento e Orçamento com o objetivo de assegurar a estabilidade dos preços do combustível no mercado interno e conter pressões inflacionárias no transporte de cargas.
A continuidade do benefício financeiro tem um custo estimado em cerca de R$ 10,5 bilhões para o período adicional de um mês. A subvenção atua compensando parte da diferença entre os valores internacionais do petróleo e os preços praticados nas refinarias brasileiras e por distribuidores importadores.
A prorrogação ocorre em meio ao acompanhamento contínuo da cotação internacional do barril de petróleo e dos fluxos do mercado global de combustíveis.
- Ocupar ministério
- 27 de outubro de 2026
- Por: Redação

Apesar de não ter conseguido renovar seu mandato no Senado Federal, a senadora Eliziane Gama (PT) sai das eleições de 2026 politicamente fortalecida e desponta como um dos principais nomes do Maranhão para integrar a equipe ministerial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em seu quarto mandato.
A parlamentar teve atuação intensa no segundo turno da disputa presidencial, desempenhando papel importante na mobilização de lideranças políticas e eleitores em favor do petista. No Maranhão, Lula ampliou sua vantagem sobre Flávio Bolsonaro (PL) e conquistou quase 70% dos votos válidos.
O engajamento de Eliziane ganhou ainda mais destaque diante da ausência de outros aliados históricos do presidente na campanha. Foi o caso do senador Weverton Rocha, também derrotado nas urnas, que não teve participação expressiva na mobilização pela reeleição de Lula. Parte das lideranças do PDT, incluindo prefeitos, deputados e militantes, acabou se aproximando da candidatura de Flávio Bolsonaro.
Na contramão desse movimento, Eliziane manteve uma postura de fidelidade ao projeto político do presidente, mesmo após sua derrota na disputa pelo Senado. A atuação reforçou suas credenciais junto ao campo governista e pode abrir caminho para uma posição de destaque no Executivo federal.
Após a confirmação da vitória de Lula, a senadora comemorou o resultado e ressaltou sua participação na campanha.
“A reeleição de Lula honra a nossa luta e fortalece a democracia. Sinto um orgulho imenso de ter vivido e ajudado a escrever esse capítulo da história do Brasil!”, declarou.
Com o mandato parlamentar chegando ao fim em janeiro de 2027, Eliziane aparece entre os nomes cotados para ocupar um ministério na próxima gestão. Embora ainda não exista confirmação oficial sobre eventual convite, a possibilidade de sua indicação ganha força no cenário político.
O presidente Lula, que completa 81 anos nesta terça-feira (27), iniciará um novo mandato em janeiro, quando deverá promover mudanças na composição de sua equipe ministerial.
Para Eliziane, portanto, a derrota na disputa pelo Senado pode representar não o encerramento de um ciclo, mas o início de uma nova etapa de sua trajetória política.
- Pediu esclarecimentos
- 26 de outubro de 2026
- Por: Redação

O Partido Liberal (PL) reconheceu a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais em nota oficial assinada pelo presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, nesta segunda-feira (26).
O comunicado aceita o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas pontua a necessidade de esclarecimentos sobre episódios e medidas adotadas ao longo do período eleitoral.
Na nota, a legenda afirma reconhecer o resultado formalizado pela Justiça Eleitoral, mas ressalta que os questionamentos levantados durante a campanha precisam ser devidamente esclarecidos dentro de um debate político democrático.
O documento critica o uso de medidas com forte apelo eleitoral e a ampliação de gastos públicos no período que antecedeu a votação, sustentando que tais ações devem ser analisadas quanto aos seus impactos econômicos e institucionais.
No mesmo movimento de pacificação partidária, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recuou e sinalizou a aliados que não dará prosseguimento aos pedidos de anulação do pleito, alinhando-se à postura da direção do partido para focar na atuação de oposição ao governo atual.
O partido também enfatizou a relevância de sua bancada no Congresso e no comando de estados para o próximo mandato, destacando contar com 121 deputados federais, 29 senadores e seis governadores eleitos. A direção da sigla declarou que atuará de forma independente na oposição e continuará acompanhando os desdobramentos políticos do pleito.
- Sem passaporte
- 26 de outubro de 2026
- Por: Redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi intimado pela Polícia Federal nesta segunda-feira (26) para entregar seus passaportes e está proibido de deixar o Brasil. A medida cautelar foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia seguinte à confirmação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais.
Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar afirmou que foi abordado por agentes da PF em Brasília ao deixar o condomínio onde reside no Lago Sul. Flávio declarou que a decisão se baseou em uma entrevista de seu irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, concedida na semana passada nos Estados Unidos, na qual defendeu que o senador deixasse o país caso fosse derrotado nas urnas. O candidato do PL negou ter intenção de sair do Brasil e classificou a medida como uma tentativa de intimidação política.
Flávio Bolsonaro é investigado no STF em inquéritos que apuram suspeitas de lavagem de dinheiro com empresas de apostas e o financiamento de uma produção cinematográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Presidenciável
- 26 de outubro de 2026
- Por: Redação

Com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a impossibilidade constitucional de uma nova candidatura em 2030, aliados do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), passaram a defender publicamente que ele renuncie ao cargo na Corte para retornar à política partidária. A informação foi divulgada pelo jornalista Igor Gadelha, da coluna do Metrópoles.
A avaliação do grupo político de Dino é que o magistrado reúne condições para despontar como o principal sucessor de Lula no campo da esquerda nas próximas eleições presidenciais. Aliados sustentam que o Partido dos Trabalhadores não conta atualmente com quadros de projeção similar e lembram que o ex-governador do Maranhão já realizou movimento semelhante ao deixar a magistratura federal em 2006 para iniciar carreira política.
A eventual indicação de Dino, contudo, deve enfrentar resistência em alas do PT que defendem nomes próprios da legenda para a disputa de 2030. Entre os quadros citados por lideranças petistas para a sucessão presidential estão o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT-PI).


