- 2 de novembro de 2026
- Por: Redação

O senador Flávio Bolsonaro (PL) publicou uma nota no X na qual defendeu sua saída do país, alegou sofrer perseguição judicial e criticou a Rede Globo. Segundo o parlamentar, a emissora desistiu de uma entrevista após ele condicionar sua participação à exibição integral, sem cortes e sem restrição de temas.
“Não saí do Brasil, saí pelo Brasil!”, escreveu. Na publicação, intitulada “Nota ao Brasil”, o senador afirmou que medidas cautelares contra ele foram determinadas apenas sete minutos após o anúncio do resultado da eleição presidencial, na qual foi candidato. Ele classificou os fundamentos da decisão como “mentiras”.
Flávio também relatou ter sido intimado cerca de 12 horas depois, ao deixar a casa do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao criticar a atuação judicial contra a família, afirmou que não considera o processo justo e imparcial.
Sobre a Globo, o senador disse ter sido procurado para uma entrevista exclusiva, mas afirmou que a emissora preferiu não prosseguir diante das condições apresentadas. Acrescentou que, segundo sua expectativa, o Fantástico exibiria uma reportagem a seu respeito sem lhe assegurar direito de resposta. A publicação não apresenta a versão da emissora sobre as alegações.
Na parte final da nota, Flávio afirmou não se arrepender de sua atuação e anunciou que pretende conversar com grandes veículos nacionais e internacionais nos próximos dias. “Sem cortes, sem filtro. Quem quiser ouvir, ouvirá o que ninguém mais pode dizer estando no Brasil”, declarou.
- 2 de novembro de 2026
- Por: Redação

O Ministério da Educação (MEC) está reunindo denúncias de violência política ocorrida em instituições de ensino federal durante e após as eleições gerais de 2026.
As informações que chegam por meio da ouvidoria ou diretamente das universidades e institutos federais serão encaminhadas à Polícia Federal e Advocacia-Geral da União (AGU).
A iniciativa foi motivada após ameaças contra as universidades federais, estudantes e docentes circularem nas redes sociais antes do primeiro turno das eleições, ocorrido no dia 4 de outubro.
Na ocasião, o ministério solicitou investigação da Polícia Federal e também acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para que atuasse com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.
O MEC divulgou uma nota à impressa na qual informou que foram pedidas providências “diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas.”
Como os processos de investigação ainda estão em andamento, novas denuncias serão adicionadas ao processo, informou a pasta de Educação.
“O MEC reforça que as instituições de ensino devem ser, por essência, espaços plurais, de tolerância, diálogo e respeito à diversidade de ideias.”
No informativo, representantes do MEC voltaram a repudiar ainda qualquer tipo de ameaça, ofensa ou discriminação no ambiente estudantil e acadêmico, independentemente de sua motivação.
“A Constituição Federal garante o direito à liberdade de expressão e de pensamento, princípios fundamentais para a consolidação da democracia brasileira”, destaca o informe.
- Passagem mais cara
- 1 de novembro de 2026
- Por: Redação

A Petrobras anunciou um reajuste médio de 7,2% no preço do querosene de aviação (QAV) vendido às distribuidoras, com vigência a partir deste domingo (1). O encarecimento representa uma alta de R$ 0,45 por litro em relação ao valor praticado no mês anterior.
A elevação sucede a alta registrada em outubro, mês em que o insumo utilizado em aviões e helicópteros subiu 11,76%, equivalente a R$ 0,65 por litro.
A estatal responde por cerca de 85% da produção nacional de QAV. Segundo a empresa, a revisão mensal acompanha a alta das cotações internacionais do combustível, impulsionada pelo acirramento das tensões no Oriente Médio e pela redução na capacidade global de refino em decorrência do conflito entre Rússia e Ucrânia.
Em nota oficial, a companhia afirmou que a aplicação da fórmula paramétrica prevista nos contratos vigentes amortece as oscilações diárias do mercado externo, garantindo reajustes mensais mais moderados. Apesar do mecanismo de amortecimento, dados da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) indicam que o peso do QAV nos custos operacionais das companhias aéreas brasileiras subiu de 30% para mais de 45% desde o início dos confrontos no Oriente Médio.
- Infraestrutura
- 1 de novembro de 2026
- Por: Redação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) liberou o tráfego de veículos no trecho da BR-135 que conecta a Ilha de São Luís ao continente. A pista estava completamente interditada nos dois sentidos para a realização da implosão da antiga estrutura da ponte sobre o Estreito dos Mosquitos, executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) neste domingo (1).
Clique aqui e veja os vídeos da implosão da Ponte
A desinterdição ocorreu após as equipes técnicas e operacionais do DNIT, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil concluírem a varredura de segurança, a remoção de detritos e a avaliação do perímetro de contenção.
A intervenção foi iniciada no período da manhã com o bloqueio do tráfego entre o km 22 (saída de São Luís) e o km 40 (Bacabeira). Durante a operação, moradores do entorno receberam alertas severos com sinal sonoro nos celulares e foram deslocados temporariamente para áreas seguras. Com a liberação da via pública, a circulação de veículos e o acesso dos residentes aos seus imóveis foram totalmente restabelecidos.
- Política Internacional
- 1 de novembro de 2026
- Por: Redação

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), declarou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pode permanecer em solo norte-americano pelo tempo que desejar. Em conversa com jornalistas em seu clube Mar-a-Lago, na Flórida, o republicano afirmou não ter planos para um encontro com o parlamentar brasileiro, mas disse avaliar que ele foi tratado “muito mal”.
Trump voltou a criticar o processo eleitoral brasileiro de 2026 e declarou que a eleição presidia foi uma “vergonha”, sem apresentar provas de irregularidades no pleito.
A manifestação ocorre após o senador deixar o Brasil com destino aos EUA na terça-feira (27), diante do avanço de medidas cautelares solicitadas pela Polícia Federal e avalizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Paralelamente, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, negou envolvimento direto do governo norte-americano na logística de saída de Flávio do território brasileiro.
- Está nos EUA
- 1 de novembro de 2026
- Por: Redação

Dois advogados entraram, na sexta-feira (31), com uma ação popular para pedir que sejam interrompidos os pagamentos de subsídios e verbas públicas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

O parlamentar fugiu para os Estados Unidos, na última terça-feira (27), depois de perder a eleição presidencial e de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que o obrigava a entregar seus passaportes para a Polícia Federal (PF).
O processo foi distribuído para a 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Os autores da ação, os advogados Leonardo Nicolau Passos Marinho e Rodrigo da Silva Roma, argumentam que sua permanência no exterior inviabiliza o exercício do mandato popular e lesa o erário, além de ferir a moralidade administrativa.
Segundo eles, a manutenção dos pagamentos e das estruturas de gabinete para o senador, que afirmou publicamente que “liderará a oposição” ao governo, a partir do exterior, representa desvio de finalidade dos recursos do Senado.
O pedido é para que seja interrompido o pagamento do salário, a verba de gabinete, o auxílio-moradia e a cota parlamentar (CEAPS) do congressista.
*Com informações da Agência Brasil


