- Reconhecimento
- 6 de outubro de 2026
- Por: Redação

A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema) divulgou nota oficial de reconhecimento à Justiça Eleitoral pela condução do pleito de 2026. A Casa de Leis destacou a excelência, segurança, organização e transparência com que todo o processo votativo foi realizado no estado, garantindo o respeito à soberania popular.
No comunicado, o Parlamento estadual também parabenizou a população maranhense por comparecer às urnas e exercer a cidadania de forma livre e democrática. Segundo a nota, o engajamento do eleitorado reafirma a legitimidade das escolhas feitas pelo voto e fortalece as instituições do país.
A Alema cumprimentou expressamente os vitoriosos no pleito: o governador eleito Eduardo Braide, os dois senadores eleitos, Fufuca e Lahesio Bonfim, e os deputados federais e estaduais que comporão as bancadas na próxima legislatura. A instituição desejou sucesso aos eleitos e reiterou o compromisso de manter o diálogo e a cooperação institucional para promover o desenvolvimento do Maranhão.
- Julgamento
- 6 de outubro de 2026
- Por: Redação

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques quer julgar logo após o segundo turno da eleição a ação que pede a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), independentemente de quem for o vencedor da disputa presidencial.
O magistrado avalia libertar Bolsonaro por meio de uma decisão liminar, mas o cenário mais provável é de que o caso (um pedido de revisão criminal feito pela defesa do ex-presidente) seja levado ao plenário da corte.
Kassio tem dito a auxiliares que vê uma série de “exageros” na ação da trama golpista conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, pela qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Bolsonaro cumpre a sentença em regime domiciliar.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu indulto ao ex-presidente caso vença o segundo turno contra Lula (PT). Porém, como só terá essa prerrogativa depois de eventualmente empossado, ele conta com uma decisão do ministro para subir a rampa do Palácio do Planalto acompanhado do pai.
Em maio, durante um evento da pré-campanha no Paraná, Flávio disse querer “fazer justiça” com o ex-presidente. “Ele vai subir aquela rampa junto com a gente em 2027”, projetou. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu o mesmo durante uma live feita com o senador em setembro.
A interlocutores Kassio afirma que o pedido de revisão criminal feito pela defesa de Bolsonaro já está pronto para ser julgado, mas que ainda não liberou o processo para não ser acusado de interferir nas eleições —o ministro é o atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Kassio afirmou a um auxiliar que já refletiu sobre sua posição e concluiu que houve excessos no julgamento de Bolsonaro —por exemplo, em relação ao amplo direito de defesa e ao rigor da pena aplicada.
O ministro disse a essa pessoa próxima que sanções políticas não existem no Código Penal e que seu voto ou sua liminar serão capazes de causar uma “comoção nacional”, pois há muitos elementos sobre a tramitação da ação a serem contestados.
A decisão pode desencadear uma nova crise interna no Supremo, que já vem dividido desde o início do ano na esteira das investigações sobre o Banco Master, com ministros se acusando mutuamente de atuação com viés político.
Embora Kassio tenda a dar razão aos advogados, há uma ala no Supremo que discorda da revisão criminal: os ministros que já votaram pela condenação: Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Eles ainda têm o apoio de Gilmar Mendes.
A avaliação é a de que esse tipo de pedido só pode ser admitido em casos excepcionais —por exemplo, quando surge um fato novo que comprove a inocência do réu ou quando há evidências de que a condenação ocorreu com base em depoimentos ou documentos falsos, o que não se aplicaria ao caso.
Já André Mendonça e Luiz Fux, que votou pela absolvição de Bolsonaro no julgamento, devem acompanhar o relator para rever a pena do ex-presidente. A dúvida recai sobre a posição do ministro Dias Toffoli e a do presidente do STF, Edson Fachin.
Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do pedido de revisão criminal. De acordo com o PGR, a condenação definida pela Primeira Turma do Supremo foi baseada em um “vigoroso conjunto probatório”.
Gonet afirmou que o ex-presidente não teve uma postura passiva, mas se envolveu em uma articulação concreta para gerar um ambiente propício à violência e ao golpe de Estado, culminando nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.
“O controle da máquina pública, a instrumentalização de recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para fomentar a radicalização e a ruptura da ordem democrática”, disse o procurador-geral.
Os advogados de Bolsonaro pedem a anulação da sentença e dizem ser necessária “a reparação do erro judiciário”. Eles alegam falta de individualização das condutas (identificação de quem fez o quê) e prejuízo à defesa, além de defenderem que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário, e não na turma.
Folha de SP
- Luto
- 6 de outubro de 2026
- Por: Redação

O vereador de Pinheiro Elizeu Rodrigues Furtado, mais conhecido como Elizeu de Tantan (PSD), morreu na manhã desta terça-feira (6), no Hospital Regional Dr. Antenor Abreu, em Pinheiro.
Segundo informações repassadas à reportagem, Elizeu teria sofrido um infarto e chegou a ser socorrido e encaminhado para a unidade hospitalar, mas não resistiu. A causa da morte ainda aguarda confirmação oficial.
Elizeu de Tantan era uma das principais lideranças políticas de Pinheiro. Nas eleições municipais de 2024, foi o vereador mais votado do município, conquistando 1.999 votos, resultado que consolidou sua força política junto ao eleitorado.
Ao longo da trajetória política, Elizeu também presidiu a Câmara Municipal de Pinheiro e chegou a assumir, mesmo que interinamente, o comando da Prefeitura do município.
Mesmo sendo filiado ao PSD, Elizeu de Tantan manteve uma atuação política independente e, nas eleições de 2026, declarou apoio à candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão.
Na disputa proporcional, também apoiou duas candidaturas femininas que saíram vitoriosas das urnas: Paula Prata, eleita deputada estadual, e Larissa DP, eleita deputada federal.
A morte do vereador provoca grande comoção em Pinheiro, onde Elizeu construiu uma trajetória marcada pela atuação política e pela proximidade com lideranças e comunidades do município.
Familiares, amigos, correligionários e apoiadores lamentam a perda precoce do parlamentar.
- Mudanças
- 5 de outubro de 2026
- Por: Redação

As eleições de Aldir Júnior (PL), André Campos (Republicanos) e Douglas Pinto (PSD) para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa vai abrir três vagas na Câmara Municipal de São Luís a partir de 2027.
Matheus do Beiju, Anderson Borges e Severino Sales assumirão definitivamente as cadeiras deixadas pelos parlamentares.
A mudança ocorrerá com a saída dos vereadores para o exercício dos mandatos na Câmara e Alema, conquistados nas eleições de 2026. Os suplentes passarão, então, à condição de titulares no Legislativo municipal.
Com a alteração, Matheus do Beiju, Anderson Borges e Severino Sales ocuparão as vagas pelo restante da legislatura, que se encerra em 2028.
Com informações do Blog do Gilberto Léda
- 4 de outubro de 2026
- Por: Redação

Os eleitores maranhenses definiram neste domingo (4) os 42 deputados estaduais que ocuparão as cadeiras da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) a partir de 2027. A nova composição terá renovação de aproximadamente 60%, segundo levantamento publicado após o resultado das urnas.
Um dos principais destaques foi Maedja Campos (PDT). A jornalista recebeu mais de 102 mil votos, foi a candidata mais votada para deputada estadual e a única a ultrapassar a marca de 100 mil votos.
Veja os 42 deputados estaduais eleitos
PSD: Douglas Pinto, Paula Prata, Dino do Aldenora Bello e Júnior Vieira.
PL: Detinha, Josimar Júnior, Aluísio Santos, Ulisses Gonçalves, Segundo, Solange Almeida e Claudio Cunha.
PDT: Maedja Campos, João Igor e Cid Costa.
PSB: Marcos Miranda Júnior e Leandro Bello.
MDB: Gleydson Rezende, Vanessa Marreca, Bruna Pessoa, Daniella, Tiago Fernandes, Abigail Cunha, Antônio Pereira, Davi Brandão, Ivo Rezende, Florêncio Neto, Rui Jorge, Túlio Rezende, Neto Evangelista, Nagib, Ariston, Claudia Coutinho e Júnior Viana.
Republicanos: André Campos, Eric Costa, Catulé Júnior e Júnior Cascaria.
Federação PT/PCdoB/PV: Cricielle e Luanna Rezende.
Federação União Brasil/PP: Paulo Casé e Natália do Júnior Garimpeiro.
Federação PRD/Solidariedade: Leonardo Sá.
MDB terá a maior bancada
Pela relação divulgada, o MDB conquistou 17 das 42 cadeiras, tornando-se a maior bancada da próxima legislatura. O PL aparece com sete representantes, enquanto PSD e Republicanos conquistaram quatro cadeiras cada.
O resultado também representa uma mudança significativa na composição da Alema. Com renovação estimada em cerca de 60%, a Casa terá diversos novos parlamentares a partir de 2027, ao mesmo tempo em que deputados conhecidos não conseguiram permanecer no Legislativo estadual.
- Veja os nomes
- 4 de outubro de 2026
- Por: Redação

O Maranhão definiu neste domingo (4) os 18 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados durante a próxima legislatura, que começa em 2027. O resultado das urnas promoveu uma renovação de 50% da bancada maranhense, com nove novos nomes entre os eleitos.
Entre os destaques da eleição está Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), que terminou como o candidato a deputado federal mais votado do Maranhão. A composição das cadeiras também evidencia a força do MDB e do PL na nova bancada.
Veja os 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão
PL: Fabiana Vilar, Aldir Júnior, Mariana Carvalho e Dr. Orlando.
MDB: Iracema Vale, Vinícius Ferro, Larissa DP, Hildo Rocha e Júnior Lourenço.
PDT: Erlânio Xavier.
Republicanos: Aluísio Mendes.
Federação PT/PCdoB/PV: Rubens Júnior e Márcio Jerry.
União Brasil/PP: Pedro Lucas Fernandes, Amanda Gentil e Josivaldo JP.
PSDB/Cidadania: Juscelino Filho.
Renovação Solidária: Marreca Filho.
Com cinco deputados, o MDB terá a maior representação entre os grupos partidários na bancada maranhense, seguido pelo PL, com quatro cadeiras.
O resultado também deixou nomes conhecidos fora da próxima legislatura. Duarte Júnior, por exemplo, teve votação individual expressiva, mas não conseguiu renovar o mandato devido às regras do sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas também depende do desempenho dos partidos e federações.
Os deputados eleitos assumem seus mandatos em 1º de fevereiro de 2027 e representarão o Maranhão na Câmara dos Deputados pelos próximos quatro anos.


