- Medidas
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação
A equipe econômica do governo Lula negou que o reajuste do Bolsa Família anunciado nesta quinta-feira (17) tenha relação com as eleições de 2026. A medida deve beneficiar 19,3 milhões de famílias no Brasil.
O anúncio ocorre a 17 dias do primeiro turno das eleições presidenciais, marcado para 4 de outubro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é candidato à reeleição no pleito.
Embora apareça à frente na última pesquisa Quaest sobre o primeiro turno, Lula tem visto, nos levantamentos mais recentes, o avanço de seu principal adversário, Flávio Bolsonaro (PL), com empate técnico no segundo turno.
“Creio que não [tem relação com as eleições]. Ficou claro que foi feito pelo esforço de cadastro. Precisávamos da clareza que temos espaço fiscal disponível. Identificamos e viemos dar a tranquilidade para o presidente que tínhamos capacidade [de reajustar]”, disse o ministro do Planejamento, Bruno Moretti.
Apoiadores de Flávio já anunciaram que vão acionar a Justiça Eleitoral contra o reajuste anunciado pelo governo Lula.
De acordo com o governo, o reajuste dos benefícios do Bolsa Família em cerca de 15,04%. Com isso, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691.
Já o benefício médio subirá dos atuais R$ 675 para R$ 777, informou o Ministério do Planejamento. O reajuste passa a valer já no mês de outubro.
No fim de agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa – marca do governo Lula na área social.
Questionado sobre o que mudou do fim de agosto até esta semana, o ministro do Planejamento afirmou que apareceram novas informações, relacionadas com o relatório do orçamento que será divulgado no fim de setembro.
“E o que mudou da proposta de Lei Orçamentária Anual para cá é o relatório bimestral, que será anunciado em setembro, e o monitoramento do andamento das despesas obrigatórias. O pedido foi do Ministério [do Desenvolvimento Social] porque a lei já faz autorização. e combinamos identificar eventual espaço fiscal, e recebendo recente os dados, temos esse espaço e é possível’, concluiu Moretti.
G1
- Jogo Político
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação

Faltando 17 dias para o 1º turno das eleições, o governo Lula anunciou, nesta quinta-feira (17/9), um reajuste de R$ 91 no Bolsa Família. Há duas semanas, porém, não havia previsão de reajuste no benefício para 2027.
Em 31 de agosto, o governo enviou ao Congresso sua proposta para o Orçamento de 2027 ano sem reajuste no Bolsa Família.
Pela Lei Orçamentária Anual (LOA), o valor continuaria em R$ 600 por família.O projeto, que precisa ser apreciado pelo Congresso até o final do ano, destina R$ 157,1 bilhões ao programa social. O valor é inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões gastos em 2025.
Agora, com as pesquisas de intenção de voto mostrando um empate técnico e até uma vantagem numérica de Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno, Lula decidiu ajustar o valor do benefício a partir de outubro de 2026.
A justificativa é de uma revisão do gasto previdenciário. Dessa forma, o governo conseguiu remanejar os valores para ajustar o Bolsa Família. A lei eleitoral não permite um aumento real do benefício no período da campanha. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, explicou que o reajuste corrige o valor dos benefícios de acordo com a inflação, que acumulou 15,04% entre março de 2023 e agosto de 2026.
O impacto orçamentário da medida será de R$ 5,8 bilhões em 2026 e se R$ 22 bilhões no próximo ano. O ministro do Planejamento garantis que há espaço fiscal para comportar o reajuste.
Com a medida, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691, e o benefício médio de R$ 675 para R$ 777. O aumento, portanto, fica em torno de R$ 100. O reajuste vale a partir da próxima folha, paga em 19 de outubro.
- Desdobramentos
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação
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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (17) que a Polícia Federal (PF) e Comissão de Valores Imobiliários (CVM) investiguem a suposta relação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com as concessionárias que administram o serviço funerário do município de São Paulo.

A decisão foi tomada após matérias jornalísticas revelarem que o ministro André Mendonça, antigo relator do caso Master, teve um encontro com Vorcaro, em março de 2025.
Na semana passada, Mendonça confirmou a reunião com o ex-banqueiro e disse que o tema do encontro foi a tramitação de uma ação na qual o Master discutia no STF créditos de precatórios de fundos ligados ao banco.
De acordo com a reportagem, os fundos têm participação societária nas empresas que operam os cemitérios. O caso começou a tramitar em 2023 e está sob a relatoria da presidência do STF.
Decisão
Ao determinar a investigação, Dino disse que a apuração deverá envolver somente a suposta relação entre o Master e as concessionárias e não poderá alcançar Mendonça sem autorização prévia do Supremo.
Dessa forma, o ministro também enviou sua decisão para o presidente do STF, Edson Fachin, para as “medidas que considerar cabíveis”.
Cabe ao presidente decidir sobre a abertura de investigação contra membros da Corte.
“Desde logo, esclareço ser vedado qualquer ato investigativo que possa atingir o ministro André Mendonça, pois este encaminhamento compete exclusivamente ao presidente do STF junto ao colegiado”, afirmou.
Cemitérios
Flávio Dino é relator da ação na qual o PCdoB contesta a legalidade dos preços cobrados pelas empresas que operam os cemitérios de São Paulo.
Em novembro de 2024, Dino determinou que sejam cobrados os valores dos serviços funerários praticados antes da concessão dos cemitérios à iniciativa privada.
Segundo levantamento do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), antes da concessão o custo do pacote mais barato de serviços funerários era de R$ 428,04.
Depois da concessão das unidades à iniciativa privada, o menor valor de pacote aos clientes passou para R$ 1.494,14.
Agência Brasil
- Quer levar vantagem
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação
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A defesa de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, pediu que seja revogada sua prisão preventiva, por excesso de prazo. 

Os advogados alegam que ele está preso há mais de 90 dias sem que seja julgado um pedido de soltura, ao mesmo tempo em que o caso Master teve a tramitação paralisada no Supremo Tribunal Federal (STF).
O pedido foi feito nesta quarta-feira (16). O pai de Vorcaro foi preso em maio na 6ª fase da Operação Compliance Zero, que apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias que teriam sido praticadas pelo ex-banqueiro.
Henrique foi preso preventivamente por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo. A medida foi confirmada pela Segunda Turma do STF em junho. Ele é apontado pelos investigadores como integrante e um dos líderes de uma milícia pessoal mantida por Vorcaro.
Segundo a PF, tratam-se dos grupos chamados por Vorcaro de “A Turma” e “Os Meninos”, que seriam responsáveis por ações de intimidação de desafetos do ex-banqueiro com ameaças feitas de forma virtual e pessoal, além da obtenção ilegal de informações sigilosas para a o ex-banqueiro.
A defesa do pai de Vorcaro argumenta que a paralisação do caso no Supremo prejudica seu cliente, diante da indefinição sobre quando o impasse deve ser resolvido. Os advogados ainda sustentam que Henrique não possui foro privilegiado, e que no processo em que está envolvido não figuram pessoas com prerrogativa de função no Supremo.
A tramitação dos processos ligados à Compliance Zero no STF foi paralisada por ordem do presidente da Corte, ministro Edson Fachin, na esteira da crise institucional provocada pela repercussão do caso.
Fachin é relator de um pedido de Mendonça para que o também ministro Alexandre de Moraes seja investigado, depois de a Polícia Federal (PF) produzir relatório apontando mensagens que teriam sido enviadas a ele por Vorcaro.
O presidente do Supremo decidiu que as ações do caso Master somente devem voltar a andar depois que o plenário decida se autoriza ou não uma investigação contra Moraes, bem como analisa a regularidade da relatoria de Mendonça.
Em sessão na última terça (15) para discutir o assunto, porém, o plenário não conseguiu analisar o mérito da questão, não havendo previsão de quando isso deve ocorrer.
Agência Brasil
- Natural
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou da pauta da sessão plenária da próxima quarta-feira (23) o julgamento de um pedido de investigação sobre a condução dada pelo ministro André Mendonça como relator do caso Master na Corte, que foi desencadeado pela Operação Compliance Zero. 

Fachin tomou a decisão depois da sessão extraordinária da última terça (15), quando o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, levantou uma questão de ordem em julgamento sobre a abertura ou não de uma investigação sobre o suposto elo entre o ministro Alexandre de Mores e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do Banco Master.
Na Compliance Zero, a Polícia Federal (PF) apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro.
Para Gilmar Mendes, os dois pedidos de investigação são correlatos e devem ser julgados em conjunto. O plenário começou a votar a proposta, mas o julgamento acabou interrompido por um pedido de vista (mais tempo de análise) do ministro Flávio Dino, quando o placar estava em 4 a 3 para que os processos fossem julgados em separado.
Ao desmarcar, nesta quinta, o julgamento sobre a atuação de Mendonça, Fachin escreveu que tomou a medida devido à “direta relação” deste processo com ponto levantado na questão de ordem.
“A inclusão em pauta será oportunamente redesignada”, afirmou o presidente do Supremo.
A iniciativa de marcar o pedido de investigação contra Moraes primeiro, na sessão extraordinária da última terça, partiu de Fachin, que ao mesmo tempo marcou o processo contra Mendonça para o dia 23.
Na semana passada, o presidente do STF negou um pedido de Moraes para que os dois casos fossem julgados juntos. O ministro alega que a análise sobre desvios na relatoria de Mendonça tem efeito direto na análise sobre seu caso.
Entenda
O STF entrou em uma crise institucional sem precedentes desde que Mendonça, na condição de relator do caso Master, levantou o sigilo, em 1º de setembro, sobre um relatório da PF com 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Vorcaro a Moraes.
Nas mensagens, Vorcaro aparenta ter relação próxima com Moraes, a quem diz ter enviado para apreciação a cópia de um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.
Em outro trecho, o ex-banqueiro parece buscar informações sobre uma operação iminente para prendê-lo. As mensagens foram trocadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, quando Vorcaro foi de fato preso. As respostas do interlocutor não puderam ser recuperadas, informaram os investigadores.
Na sessão plenária de terça, Moraes voltou a afirmar que nunca manteve diálogo com Vorcaro e que não há provas de que as supostas mensagens foram de fato enviadas ou se, por exemplo, não foram apagadas antes da visualização.
Durante a sessão, Moraes bateu boca com Mendonça, a quem acusou de ter encomendado a inclusão de seu nome em eventual delação premiada de Vorcaro, por motivações políticas. Mendonça respondeu que a acusação é mentirosa.
Agência Brasil
- 17 de setembro de 2026
- Por: Redação
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira o reajuste do Bolsa Família, em cerca de 15%, a pouco mais de duas semanas das eleições. O valor mínimo do programa sai de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio subirá dos atuais R$ 675 para R$ 777, informou o governo.
Os novos valores começam a ser pagos na folha de outubro, a partir do dia 19. Ou seja, o aumento do programa social entrará em vigor entre o primeiro e o segundo turno das eleições.
O piso de R$ 600 foi estabelecido no governo Jair Bolsonaro, quando houve a transição do Auxílio Emergencial, criado na pandemia de Covid-19, para o Auxílio Brasil – programa que voltou a ser chamado de Bolsa Família com a posse de Lula em 2023.
Reajustes nas faixas do programa
O valor mínimo que cada integrante da família receberá subirá de R$ 142 para R$ 164. A soma desses valores recebidos precisa dar, no mínimo, R$ 691.
Além do piso R$ 691, há benefícios adicionais cumulativos. Os valores também foram atualizados.
- Por criança de até 6 anos: de R$ 150 para R$ 173
- Gestante: de R$ 50 para R$ 58
- Jovem entre 7 e 18 anos incompletos: de R$ 50 para R$ 58
- Por bebê de até 6 meses: de R$ 50 para R$ 58
Por isso, o valor médio é maior que o piso.
Impacto fiscal
O impacto é de R$ 5,8 bilhões neste ano e de R$ 22 bilhões em 2027, segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti. Ele afirmou que o reajuste faz uma recomposição da inflação do início do governo Lula em 2023, até o mês atual.
– Do ponto de vista fiscal, importante que a gente lembre que isso está sendo feito dentro das regras – disse Moretti. – Isso corresponde exatamente ao que a lei nos autoriza a fazer, que é recomposição do poder de compra das famílias. Isso é instrumento fundamental para que a gente siga tendo resultados na redução da taxa de pobreza.
O ministro afirmou que o reajuste do Bolsa Família está sendo feito dentro do espaço fiscal. Já o titular da pasta de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que a recomposição da inflação é uma previsão na lei
Variação da inflação
Desde que foi recriado com o nome de Bolsa Família, em março de 2023, no início do governo Lula, o principal programa de transferência de renda adotou o benefício mínimo de R$ 600 ao mês. Este foi o valor que o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro deixou para o pagamento do Auxílio Brasil, logo após ter reajustado em 50% o benefício também em meio à campanha eleitoral.
A inflação acumulada desde março de 2023 é de 15,04%, considerando o INPC, índice do IBGE que mede a variação de preços para as famílias de mais baixa renda (com ganhos de 1a 5 salários mínimos). Este foi o percentual de reajuste aplicado agora no Bolsa Família, cujo valor de pagamento mínimo vai subir de R$ 600 para R$ 690.
Considerando a inflação pelo IPCA, usado nas metas de inflação do governo e que mede a variação de preços para um conjunto maior de famílias (ganhos de até 40 salários mínimos), o percentual seria ainda maior de 16,3%.
Aumento proibido em ano eleitoral
Em agosto de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o aumento de benefícios sociais no ano de 2022, fim do governo Bolsonaro e quando houve eleições presidenciais, como inconstitucional.
O reajuste anunciado no então Auxílio Brasil acabou sendo feito graças à medida que ficou conhecida como PEC dos Benefícios ou PEC Kamizkaze, uma emenda à Constituição que reconhecia que o Brasil estava em estado de emergência.
A emenda foi promulgada a três meses da eleição de 2022, tendo permitido elevar o valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600.
Em nota, a Advocacia Geral da União disse que o decreto que corrige os benefícios do Bolsa Família tem como finalidade recompor o valor real de benefícios que não receberam qualquer correção desde a instituição do novo modelo do programa, em março de 2023. A pasta disse que o texto não cria benefício novo, tampouco altera os critérios de acesso ao programa, apenas impede que a inflação reduza a proteção devida às famílias em situação de vulnerabilidade.
A AGU sustenta que a legislação autoriza o Poder Executivo a corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução.
“A correção do benefício pautada no INPC, sem ampliação do público atendido, está fora, portanto, do alcance de qualquer vedação eleitoral, conforme apreciação realizada pela Câmara Nacional de Direito Eleitoral da Consultoria-Geral da União da AGU”.
Como será pago?
Um dos espaços fiscais citados pelo ministro é a redução da fila do INSS, que reduz custos do governo.
- Bruno Moretti explicou que o governo vai remanejar despesas no Orçamento este ano e no próximo para pagar o reajuste.
- O ministro não disse, porém, quais áreas serão afetadas.
- Segundo ele, não haverá aumento nos limites de gastos previstos no arcabouço fiscal.
– Melhor opção pra consumir parcela desse espaço fiscal foi garantir o reajuste para garantir poder de compra as famílias.
Programa custará R$ 179 bi em 2027
Desde agosto de 2022, quando Jair Bolsonaro tentava a reeleição, o benefício de renda mínima é de R$ 600. Quando Lula voltou ao poder, fez ajustes no programa, que voltou a se chamar Bolsa Família, e manteve o piso em R$ 600.
O programa, contudo, tem benefícios extras para famílias com crianças pequenas e grávidas, por exemplo. O que altera o valor recebido por cada beneficiário.
Atualmente, o programa atende 19,29 milhões de famílias no Brasil, segundo os dados de setembro. Neste mês, o benefício médio será de R$ 678,18
A proposta orçamentária do governo, encaminhada ao Congresso em agosto, reservava R$ 157,1 bilhões para o programa e não previa aumento. Com o reajuste, esse valor subirá para R$ 179 bilhões.
Regras do Bolsa Família
- Famílias com renda per capita de até R$ 218 mensais têm direito ao Bolsa Família. O cálculo da renda per capita é feito pela soma da renda total da família dividida pelo número de integrantes.
- O acesso ao programa ocorre por meio do Cadastro Único. O CadÚnico reúne as informações socioeconômicas das famílias em situação de pobreza. Os municípios são responsáveis pela coleta dessas informações por meio dos postos de atendimento da assistência social.
- O Bolsa Família é um programa social federal, mas a gestão é compartilhada entre o governo federal, os estados e os municípios. O programa conta com articulação intersetorial entre as áreas de assistência social, saúde e educação.
OGlobo


