- Pesquisa
- 26 de setembro de 2026
- Por: Redação

O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), lidera a pesquisa de intenções de votos ao governo do Maranhão, de acordo com pesquisa Quaest divulgada nesta sexta-feira (25).
O levantamento aponta que, na pergunta estimulada, quando se mostra o nome dos candidatos, ele tem 46% das intenções de voto no 1º turno contra 27% de Orleans Brandão (MDB).
Em seguida, vêm Felipe Camarão (PT), com 10%. Roberto Rocha tem 3% e André Luis, 1% número igual ao de Reginaldo Lima. Dimas Cassimiro e Saulo Arcangeli não pontuaram.
Eduardo Braide (PSD): 46% (eram 44% em 24 de agosto);
Orleans Brandão (MDB): 27% (eram 25% em 24 de agosto);
Felipe Camarão (PT): 10% (eram 6% em 24 de agosto);
Roberto Rocha (PRTB): 3% (eram 3% em 24 de agosto);
André Luis (MISSÃO): 1% (eram 1% em 24 de agosto);
Reginaldo Lima (PCB): 1% (eram 0% em 24 de agosto);
Dimas Cassimiro (PCO): 0% (eram 0% em 24 de agosto);
Branco/nulo/não vai votar: 3% (eram 4% em 24 de agosto);
Branco/nulo/não vai votar: 3% (eram 4% em 24 de agosto)
Indecisos: 9% (eram 17% em 24 de agosto);
Para 70% dos eleitores ouvidos no levantamento, a escolha do candidato é definitiva. Outros 28% dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro. 2% dos eleitores não sabem ou não responderam.
- Saúde
- 26 de setembro de 2026
- Por: Redação

O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, permanece internado nesta sexta-feira, 25, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele continua bem e se recupera após o diagnóstico de pneumonia. A previsão é de que Sarney receba alta na próxima semana.
De acordo com a assessoria de comunicação, Sarney está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) como medida de segurança e realiza uma sessão de antibióticos. A equipe informou que o ex-presidente segue se recuperando bem.
Na quinta-feira, 24, Sarney publicou um vídeo nas redes sociais em que informou que iria a São Paulo para realizar um check-up de saúde. Na publicação, brincou sobre a necessidade de acompanhar seu estado de saúde: “O velhinho aqui tem que saber como é que a máquina está funcionando”. Na legenda, afirmou estar bem e agradeceu as mensagens recebidas durante sua recuperação.
No vídeo, o ex-presidente também disse esperar retornar ao Maranhão o mais breve possível para acompanhar o fim do período eleitoral. A filha dele, Roseana Sarney (MDB-MA), concorre ao Senado Federal.
Na última semana, Sarney ficou internado durante três dias em São Luís para tratar um quadro de pneumonia. Após receber alta, continuou em acompanhamento ambulatorial e com cuidados em casa antes de viajar para São Paulo para realizar novos exames.
- Voto
- 25 de setembro de 2026
- Por: Redação

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou contra o recurso apresentado pelo governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), que tenta retirar do ministro Flávio Dino a supervisão de inquérito da Polícia Federal e transferir o procedimento para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O julgamento do agravo regimental na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.351 começou nesta sexta-feira (25), no plenário virtual do STF. Relator do processo, Toffoli foi o primeiro a votar e se manifestou por manter a decisão que havia rejeitado a ação.
A investigação teve origem em documentos extraídos da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7.780. Flávio Dino determinou o envio do material à Polícia Federal para a abertura de inquérito, que permaneceu sob supervisão do Supremo.
A defesa de Brandão sustenta que compete ao STJ autorizar e supervisionar investigações envolvendo governadores, conforme o artigo 105 da Constituição Federal. Os advogados também alegam violações ao juiz natural, ao devido processo legal, ao sistema acusatório e ao pacto federativo.
Ao rejeitar o recurso, Toffoli afirmou que a ADPF não é o instrumento processual adequado para contestar uma investigação individual nem pode ser utilizada como substituta dos recursos previstos na legislação.
Segundo o relator, embora a defesa mencione prerrogativas institucionais, a ação busca, na prática, atender a um interesse individual e concreto do governador em relação a um inquérito específico. O ministro também considerou que existem outros meios processuais para questionar as decisões tomadas no caso.
“Assim, tendo em vista a ausência de elementos capazes de infirmar os fundamentos da decisão agravada, impõe-se sua manutenção integral”, registrou Toffoli ao negar provimento ao agravo.
No recurso, a defesa citou ainda uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) favorável ao envio das investigações ao STJ e o afastamento do presidente do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), Marcelo Tavares, determinado em procedimento relacionado à apuração.
A votação no plenário virtual prossegue até 2 de outubro. Até o momento, apenas Dias Toffoli apresentou voto. Os demais ministros poderão acompanhar o relator ou abrir divergência.
- Crescimento
- 25 de setembro de 2026
- Por: Redação

André Fufuca (PP) chega à reta final da campanha para o Senado como um dos nomes que mais ganharam espaço na disputa pelas duas vagas destinadas ao Maranhão.
Nos bastidores da campanha, a avaliação é de que o deputado federal e ex-ministro dos Esportes já teria ultrapassado adversários que apareciam à sua frente no início da corrida e passou a disputar diretamente as primeiras posições. A percepção é de que os próximos levantamentos, já realizados na reta final antes do primeiro turno, deverão mostrar com maior clareza essa evolução.
As pesquisas mais recentes confirmam que Fufuca está no grupo que concentra as maiores intenções de voto. No levantamento Ranking, divulgado nesta quinta-feira (24), ele apareceu com 18,45% na soma dos dois votos, atrás numericamente de Roseana Sarney (MDB), que registrou 21,4%. Considerando a margem de erro de 3,1 pontos percentuais, os dois aparecem tecnicamente empatados.
Poucos dias antes, pesquisa IPSensus também colocou Fufuca na segunda posição, com 18,6%, enquanto Roseana marcou 22,1%. O levantamento ouviu 1.000 eleitores entre 14 e 18 de setembro.
O movimento representa uma mudança em relação a levantamentos anteriores. Na pesquisa Real Time Big Data, realizada entre 5 e 9 de setembro, Roseana tinha 18%, enquanto Fufuca, Lahesio Bonfim e Weverton Rocha apareciam com 15% cada, e Eliziane Gama registrava 14%. Naquele momento, os cinco candidatos estavam tecnicamente empatados.
“As pesquisas apontam que, se as eleições fossem hoje, estaríamos eleitos para o Senado; todas mostram que estamos entre os dois senadores eleitos do Maranhão!”, comemorou Fufuca.
Dobradinha com Braide
Um dos fatores apontados nos bastidores para o crescimento de Fufuca é a associação de sua candidatura à de Eduardo Braide (PSD) na disputa pelo Governo do Maranhão.
A estratégia estabelece uma espécie de voto casado entre os dois candidatos. Braide, que lidera as pesquisas para o governo, aparece ao lado de Fufuca em agendas e manifestações políticas, enquanto o candidato ao Senado também reforça a candidatura do prefeito de São Luís.
A lógica eleitoral é direta: a força de Braide na disputa pelo Palácio dos Leões pode ampliar a exposição de Fufuca entre os eleitores que acompanham a campanha do candidato do PSD. Ao mesmo tempo, Fufuca busca ampliar sua presença em diferentes regiões do estado por meio da aliança construída em torno da candidatura majoritária.
A dobradinha também ganhou dimensão estratégica porque, neste ano, cada eleitor maranhense escolherá dois candidatos ao Senado. Dessa forma, a associação entre candidaturas pode ter peso na formação do chamado segundo voto.
A campanha entra agora nos últimos dias antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Com a disputa ainda aberta e pesquisas apontando movimentos diferentes entre os principais candidatos, a tendência é de que os próximos levantamentos sejam acompanhados com atenção para verificar se o crescimento de Fufuca se transforma em liderança numérica na reta final.
- Decisão
- 25 de setembro de 2026
- Por: Redação

O plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou, nesta sexta-feira, o julgamento do recurso apresentado pela defesa do governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1351. A ação foi movida em desfavor de atos atrelados ao ministro Flávio Dino, com o objetivo de retirar das mãos do ex-governador a relatoria e supervisão de inquéritos da Polícia Federal, além de transferir o procedimento ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
No primeiro voto depositado no sistema da Corte, o relator, ministro Dias Toffoli, manifestou-se contra a pretensão do governador, votando para conhecer do agravo regimental e negar-lhe provimento.
A defesa do governador questiona a condução e a abertura de inquérito sob supervisão do próprio Supremo Tribunal Federal. Segundo os advogados do emedebista, a prerrogativa para apurar condutas envolvendo governadores de estado é do Superior Tribunal de Justiça (STJ) — tribunal competente fixado pelo artigo 105, I, “a”, da Constituição Federal.
Em memoriais encaminhados aos ministros, a defesa sustentou que a ação visa garantir o respeito ao sistema acusatório e aos limites do pacto federativo:
“Pode Ministro deste col. Supremo Tribunal Federal […] determinar ex officio […] a instauração de inquérito contra GOVERNADOR DE ESTADO perante a própria Suprema Corte — cuja competência penal originária, ademais, a Constituição Federal atribui ao eg. Superior Tribunal de Justiça? […] O agravante CARLOS ORLEANS BRANDÃO JÚNIOR não postula imunidade: postula juízo predeterminado por lei, acusação por quem a Constituição incumbiu de acusar e respeito aos limites do pacto federativo”, destacou a defesa no memorial.
Os argumentos de Dias Toffoli para rejeitar o pedido
Em seu voto, o ministro Dias Toffoli manteve o entendimento de que a ADPF não é o meio processual adequado para contestar investigações individuais ou servir como substituto de recursos próprios (sucedâneo recursal).
Entre os principais fundamentos apresentados no voto do relator, destacam-se:
Falta de Dimensão Objetiva e Pertinência Temática: Para Toffoli, embora a defesa invoque princípios e prerrogativas institucionais, a ação trata, no fundo, de interesse subjetivo e individual do próprio governador em relação a um inquérito específico.
Inobservância da Subsidiariedade: A ADPF só pode ser acionada caso não existam outros meios eficazes para cessar a alegada lesão. O relator frisou que a suposta demora na apreciação de outros recursos não autoriza o uso da ADPF para rever decisões ou atalhar caminhos do processo legal.
Fatos Supervenientes Não Alteram o Mérito: Segundo o magistrado, mesmo considerando aditamentos e novos acontecimentos narrados pela defesa, a controvérsia permanece de natureza concreta e individualizada.
“Assim, tendo em vista a ausência de elementos capazes de infirmar os fundamentos da decisão agravada, impõe-se sua manutenção integral. Ante o exposto, conheço do agravo regimental e a ele nego provimento”, concluiu o ministro Dias Toffoli.
Próximos Passos no Julgamento
A votação no plenário virtual do STF começou na manhã de hoje e tem previsão de encerramento para o dia 2 de outubro.
Até o momento, Toffoli foi o único integrante da Corte a depositar seu voto. Os demais ministros do STF têm até a data limite para apresentar divergências ou acompanhar a posição do relator.
- Levantamento
- 25 de setembro de 2026
- Por: Redação

A Quaest divulga nesta sexta-feira (25) uma nova pesquisa sobre as disputas pelo governo do Maranhão e pelo Senado. O levantamento foi encomendado pela TV Mirante. Os resultados vão mostrar o cenário eleitoral no estado para as eleições de 2026, quando os eleitores maranhenses irão escolher o governador, dois senadores, além de outros cargos em disputa.
Os números serão divulgados durante a exibição do JM2, com repercussão no Imirante.
Cenário da última pesquisa Quaest no Maranhão nas eleições 2026
Na última pesquisa Quaest divulgada no Maranhão, no dia 24 de agosto, Eduardo Braide (PSD) liderava a disputa pelo governo do estado com 44% das intenções de voto, seguido por Orleans Brandão (MDB), com 25%. Felipe Camarão (PT) aparecia com 6%; Roberto Rocha (PRTB), com 3%; André Luis (Missão), com 1%; os demais candidatos não pontuaram.
Na disputa pelo Senado, a pesquisa considerou que, em 2026, cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes, já que duas cadeiras estarão em disputa no Maranhão. No levantamento estimulado, que apresenta os nomes aos entrevistados, a combinação dos votos para as duas vagas apontou Roseana Sarney (MDB) com 16%, Weverton Rocha (PDT) com 11% e Lahesio Bonfim (Novo) com 10%.
Na sequência, apareceram Fufuca (PP) e Eliziane Gama (PT), ambos com 9%; Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza), com 5%; Cidônio Gonçalves (PL), Wilson Leite (PSTU), Raimundo Moreira (PCB) e Simplício Araújo (DC), com 1% cada. Enilton Rodrigues (PSOL) não pontuou. Branco/nulo/não vai votar somou 9%, e 27% dos entrevistados estavam indecisos.
Para 62% dos eleitores ouvidos no levantamento sobre o governo do estado, a escolha do candidato era definitiva, enquanto 37% afirmaram que ainda poderiam mudar de voto até as eleições. Na disputa pelo Senado, 50% disseram que a escolha era definitiva e 48% afirmaram que poderiam mudar.
O último levantamento da Quaest, divulgado em agosto, ouviu 900 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é MA-02558/2026 e BR-01389/2026.
Imirante


