- Vem mais ai?
- 16 de setembro de 2026
- Por: Redação

A declaração do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de que chegou atrasado à sessão porque estava “decretando prisão de gente” colocou Brasília em atenção e acendeu o alerta entre advogados. A declaração foi feita durante julgamento relacionado ao ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, fundador do Master.
A preocupação vem dos casos sob a relatoria de Dino: ele é relator das investigações sobre o filme “Dark Horse” e do caso de desvios de emendas que tem como alvo o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP). Dino também é relator de um dos inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por tráfico de influência.
A fala surgiu em um momento de descontração com o presidente da Corte, Edson Fachin, quando ambos comentavam o volume de trabalho dos últimos dias.
Dino aproveitou o contexto para perguntar se Fachin havia visto um vídeo do humorista Fábio Porchat. “Vossa Excelência viu o vídeo do Fábio Porchat? É um vídeo muito bom porque nós estamos parecidos. Eu cheguei atrasado porque eu estava decretando prisão de gente, porque é tanta petição, presidente”, disse Dino.
O ministro explicou o sentido da referência: “É um vídeo sobre jornalistas que se aplica aos juízes do tribunal”. Fachin respondeu que também não havia tido tempo para assistir. “Eu não tive tempo, eu estou vendo os ofícios que chegaram e eles são hemorrágicos”, afirmou o presidente do STF.
O vídeo mencionado por Dino foi publicado no último sábado (12.set). Nele, Porchat aparece de pijama, deitado na cama, e finge falar em nome dos jornalistas para pedir uma trégua nas novidades divulgadas fora do horário comercial, em meio aos novos desdobramentos do caso Master.
“Pelo amor de Deus, faça alguma coisa para impedir o STF dessas barbaridades. Eu sei que vocês não estão acostumados a trabalhar no horário comercial, mas ninguém aguenta mais quebra de sigilo às 23h”, diz Porchat no vídeo.
- Tensão
- 16 de setembro de 2026
- Por: Redação
Uma série de mensagens trocadas por aplicativo de mensagens revelou um momento de forte tensão nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Kassio Nunes Marques bloqueou o decano Gilmar Mendes no WhatsApp após ser cobrado expressamente a se declarar suspeito em julgamentos da Corte e ouvir declarações de que deveria “assumir que está ferrado”.
O atrito entre os magistrados teve como pano de fundo as investigações do caso Master, que envolvem citados como Kevin Marques, filho de Kassio, e Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux. Nas conversas ocorridas na semana passada, Gilmar Mendes defendeu que ambos os colegas se declarassem impedidos de atuar nos processos antes da sessão realizada na última terça-feira (15).
Durante a troca de mensagens, Kassio Nunes Marques rebateu as cobranças do decano exigindo respeito, ao passo que Gilmar insistiu para que o magistrado abrisse suas contas e deixasse também a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após declarações de Gilmar sugerindo o envolvimento de familiares em irregularidades, Kassio encerrou a conversa e bloqueou o colega. Na sessão de terça-feira, o presidente do TSE declarou-se impedido de julgar os elos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com o ministro Alexandre de Moraes.
Além do embate com Nunes Marques, Gilmar Mendes também protagonizou uma discussão ríspida com o ministro Luiz Fux. O contexto do desentendimento foi o julgamento na Segunda Turma em que se formou maioria para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues — medida que foi posteriormente revertida pelo ministro Flávio Dino.
Gilmar acusou Fux de falta de postura institucional por supostamente combinar a antecipação de votos com Kassio logo após o pedido de vista na sessão virtual. Em resposta, Fux afirmou que ninguém lhe diz como agir e pediu para não ser incomodado.
As tensões no STF ocorrem em meio a relatórios de inteligência da Polícia Federal que apontam atuações controversas no âmbito das investigações. Segundo os documentos, o ministro André Mendonça teria ignorado indícios envolvendo o ministro Dias Toffoli e o filho de Nunes Marques, enquanto cobrava agilidade em apurações referentes a outros integrantes da Corte e demonstrava ritmos distintos na análise de pedidos envolvendo aliados do governo e membros da oposição.
Outros desdobramentos oficiais sobre eventuais representações disciplinares ou declarações formais dos gabinetes dos ministros envolvidos não foram divulgados.
- Em São Luís
- 16 de setembro de 2026
- Por: Redação

A candidata a deputada federal Flávia Berthier (PL) está à frente da articulação para receber o senador Flávio Bolsonaro em São Luís no próximo dia 22 de setembro. A programação divulgada pela campanha inclui uma motocarreata pela capital maranhense e um grande ato político para marcar a aliança entre as duas candidaturas, com estimativa de público total de até 18 mil pessoas no local de chegada.
A mobilização tem início previsto para as 10h22, com concentração e saída da motocarreata no QG do Capitão, localizado no retorno do aeroporto. O percurso seguirá em direção ao Multicenter Sebrae, ponto central da recepção ao parlamentar e das manifestações de apoio ao projeto político compartilhado pelos correligionários do Partido Liberal (PL).
No Multicenter Sebrae, a organização do evento planejou uma estrutura para comportar até 18 mil pessoas, divididas entre a área interna (com capacidade para 8 mil pessoas) e a área externa (prevista para receber 10 mil pessoas). Para atender ao público presente do lado de fora do espaço principal, a campanha instalará um telão para a transmissão e o acompanhamento de toda a programação e dos discursos das lideranças. O número de participantes informado corresponde exclusivamente à previsão de público projetada pela própria equipe de organização.
A estratégia da divulgação oficial utiliza o slogan “Quem é Flávio, é Flávia” para apresentar publicamente essa aliança partidária aos eleitores maranhenses. Durante os atos programados para a capital, a candidata associa sua caminhada política à defesa das pautas e bandeiras do ex-presidente Jair Bolsonaro, buscando converter essa identificação e proximidade em participação popular durante a agenda de Flávio Bolsonaro em São Luís.
Para a equipe da candidata a deputada federal, a realização e a estrutura da visita de Flávio Bolsonaro representam um momento de destaque na campanha eleitoral. A articulação busca demonstrar a atuação local da postulante, reforçar sua ligação direta com a família Bolsonaro e demonstrar capacidade de organização para promover encontros políticos de expressivo porte no Estado.
Até o momento, não foram divulgados os nomes de outras lideranças políticas confirmadas no evento, detalhes específicos sobre o itinerário completo do percurso nas vias da cidade ou eventuais alterações no trânsito local.
- Eleições 2026
- 16 de setembro de 2026
- Por: Redação

O Partido Liberal (PL) do Maranhão oficializou que manterá postura de neutralidade na disputa pelo Palácio dos Leões nas Eleições 2026. Em nota emitida pela direção estadual nesta terça-feira (15), a legenda confirmou que não dará apoio institucional a nenhum dos candidatos que concorrem ao governo do estado.
De acordo com o comunicado oficial, a posição de neutralidade reflete o veredito aprovado pelas instâncias partidárias durante a convenção estadual realizada em 28 de julho.
“Dessa forma, o PL não apoia nenhuma candidatura ao Governo do Estado do Maranhão”, destaca trecho do documento divulgado pela sigla.
A manifestação pública busca blindar o partido contra especulações de bastidores na reta final da campanha eleitoral e assegurar o foco dos filiados na formação das bancadas legislativas.
Liderança de Detinha e Foco na Assembleia
A nota traz a assinatura da deputada federal Detinha, presidente do diretório estadual do PL. Atualmente no exercício do mandato na Câmara dos Deputados, em Brasília, a parlamentar direciona seus esforços políticos na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA).
Com o alinhamento, a cúpula do PL maranhense consolida a diretriz de não integrar coligações na majoritária estadual, liberando suas bases operacionais para dar prioridade absoluta às campanhas proporcionais de deputados estaduais e federais.

- Levantamento
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

Levantamento do Instituto IPPI divulgado nesta terça-feira, 15, mediu as intenções de voto para o Senado. Na soma dos dois votos, Roseana Sarney (MDB) aparece em primeiro lugar, com 35,5%.
André Fufuca (PP) ocupa a segunda posição, com 25,3%, seguido por Weverton Rocha (PDT), que registra 19,8%. Lahesio Bonfim (Novo) aparece com 18,7%, enquanto Eliziane Gama (PT) soma 15,3%.
Na sequência estão Dr. Hilton Gonçalo (Avante), com 6,3%; Cidônio Gonçalves (PL), com 4,8%; Wilson Leite (PSTU), com 2,4%; Raimundo Moreira (PCB), com 1,8%; e Enilton Rodrigues (PSOL), com 1,7%.
Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado nas eleições deste ano, os percentuais apresentados são calculados pela soma das duas opções de voto.
Contratada pelo programa Café Quente, a pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 80 municípios maranhenses entre os dias 10 e 14 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número MA-09665/2026.
- Pela 2ª vez
- 15 de setembro de 2026
- Por: Redação

Pesquisa IPPI divulgada nesta terça-feira (15) aponta o candidato Eduardo Braide (PSD) na liderança da disputa pelo Governo do Maranhão, com 44,5% das intenções de voto.
Orleans Brandão (MDB) aparece na segunda colocação, com 27,8%. A diferença entre os dois candidatos é de 16,7 pontos percentuais.
Na sequência, Felipe Camarão (PT) registra 7,7%, enquanto Roberto Rocha (PRTB) aparece com 3,8%.
Os eleitores que não souberam ou não responderam representam 8,9%. Outros 4,9% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos.
Realizado pelo Instituto IPPI em parceria com o programa Café Quente, o levantamento ouviu 1.500 pessoas. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-09665/2026.


