- Luto
- 21 de junho de 2026
- Por: Redação
Portal O informante – O advogado Igor Albert Barbosa Lima, 45 anos, esposo da ex-secretária de estado do Planejamento Cyntia Mota, foi encontrado morto, na manhã deste domingo, 21, em sua residência, no Residencial Pinheiros, no bairro da Cohama, em São Luís.

Por volta de 9h, ao despertar, Cyntia Mota não viu o marido na cama, levantou para procurá-lo e já o encontrou sem vida no banheiro.
Peritos do Instituto de Criminalística estiveram na casa do advogado e após os trabalhos de rotina o corpo foi levado para o Instituto Médico Legal.
Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

- 21 de junho de 2026
- Por: Redação
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Mais de 384 mil eleitores de Roraima estão aptos a irem às urnas, neste domingo (21), para escolher o chefe do Executivo estadual em mandato tampão até janeiro de 2027. A votação segue até às 17h00, no horário local, em 350 locais de votação no estado.

A eleição suplementar foi convocada após a cassação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no último dia 30 de abril, do mandato do ex-governador Edilson Damião (União Brasil), que assumiu a vaga de Antonio Denarium após ele renunciar ao cargo.
A chapa foi condenada no TSE por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, devido a práticas envolvendo entrega de cestas básicas e repasses de verbas a municípios sem respeitar as regras legais, entre outras irregularidades.
A disputa deste domingo
No pleito deste domingo (21), disputam o mandato tampão o candidato Arthur Henrique (PL), apoiado pelo ex-governador cassado; o atual governador, Soldado Sampaio (Republicanos), que era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu interinamente o Executivo; e a socióloga Nelita Frank (PT), da oposição local.
O candidato Arthur Henrique, ex-prefeito da capital Boa Vista (RR), entra na disputa concorrendo “sob judice”, podendo vir a ser barrada depois, mesmo que eleito. Isso porque a candidatura dele foi questionada no Supremo Tribunal Federal (STF) com decisão do ministro Flávio Dino favorável à reclamação.
O magistrado derrubou norma do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) que flexibilizou o prazo para os candidatos saírem dos cargos públicos antes do pleito, que poderia ocorrer até 24 horas após convenção partidária que definiu o nome do candidato.
Porém, Dino rejeitou esse entendimento do TRE local ao decidir que a desincompatibilização dos cargos não poderia ser flexibilizada, devendo ser respeitado o prazo de três ou seis meses previsto na Lei das Inelegibilidades.
Como ainda cabe recurso à decisão de Dino, o candidato apoiado pelo ex-governador cassado está nas urnas, mas disputa a vaga como candidato “sob judice”.
A decisão de Dino também alterou os planos do PT no estado. A legenda havia indicado a professora Antônia Pedrosa para a vaga. Porém, ela não se afastou do cargo na rede pública de ensino antes do prazo de desincompatibilização.
Por isso, em seu lugar, foi indicada a candidata Nelita Frank. Mas, na urna, ficou mantida o nome e a foto da candidata barrada Antônia Pedrosa. Segundo o TRE-RR, não houve tempo hábil para troca do nome e foto previstos nas urnas eletrônicas.
Eleições municipais
Além dos eleitores roraimenses, os habitantes de cinco municípios do país vão às urnas escolher os prefeitos das suas cidades em eleições complementares para mandatos tampões até janeiro de 2029. Os novos pleitos foram marcos após perdas dos mandatos dos gestores eleitos em 2024.
Serão eleitos novos prefeitos(as) e vice-prefeitos (as) em Reginópolis (SP), Tuiuti (SP), Joviânia (GO), Amparo da Serra (MG) e Bonito de Minas (MG).
Em Reginópolis (SP), concorre ao cargo de prefeito João Paulo (PSD), tendo como candidato a vice-prefeito Marquinho do Gás (Podemos) e Marquinho Bastos e Fernando Inácio (União Brasil).
Em Tuiuti (SP), disputam a prefeitura as chapas formadas por Pedrinho e Andrezão (MDB/Republicanos), Milena do Amarildo e Guinho (PSB) e Careca e Nina do Gabinete (União Brasil).
Em Joviânia (GO), concorrem Pedro Lucas, conhecido como Macaco, e Leandro da Leancellys (MDB/Agir), além de Elisberto da Retro e Rogério Potim (Podemos/PSDB).
Em Amparo da Serra (MG), disputam a prefeitura as chapas encabeçadas por Aila da Farmácia e Robertinho Bellico (Avante/Republicanos) e por Túlio Cária e Marcelino do Açougue (MDB/PRD).
Em Bonito de Minas (MG), concorrem João Neto do Sindicato e Professora Cris (Podemos/União Brasil), além de Miqueias Figueiredo e Joelma Magalhães (Republicanos/PDT).
Agência Brasil
- Decisão
- 21 de junho de 2026
- Por: Redação
Os 41 milhões de eleitores colombianos aptos a votar poderão ir às urnas, neste domingo (21), para escolher o presidente que governará o país de agosto de 2026 a agosto de 2030, sem direito a reeleição.

A vaga é disputada entre os candidatos Iván Cepeda, de esquerda e aliado do atual presidente, Gustavo Petro, e Abelardo De La Espriella, de extrema-direita e apoiado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump.
No primeiro turno, em 31 de maio, Espriella saiu na frente, com 43,7% do eleitorado, enquanto Cepeda recebeu 40,9% ─ uma diferença de 673 mil votos. O comparecimento às urnas no 1º turno na Colômbia, onde o voto não é obrigatório, foi de 57% do total de pessoas aptas a votar.
Senador no terceiro mandado, Ivan Cepeda é filósofo, defensor dos direitos humanos e filho do também ex-senador colombiano de esquerda Manuel Cepeda Vargas, assassinado em 1994 em um dos sucessivos ciclos de violência política do país.
Candidato governista, Cepeda daria continuidade ao projeto do Pacto Histórico, coalizão de legendas que formaram o primeiro governo de esquerda da história da Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro.
Já Abelardo de La Espriella, que recebeu apoio aberto de Trump nesta disputa, promete uma aproximação maior com a Casa Branca e com Israel. Admirador de Javier Milei na Argentina, Espriella é um advogado multimilionário que se apresenta como outsider da política por nunca ter disputado um cargo.
Antes de se candidatar, vivia na Itália, já tendo advogado para figuras controversas, como Jorge Visbal, ligado aos paramilitares na Colômbia, e também para o empresário Alex Saab, que trabalhou para o governo de Nicolas Maduro, na Venezuela.
Afetada por conflitos armados ativos há mais de cinco décadas, a Colômbia chega nessa votação em meio aos sucessivos casos de violência política e confrontos com grupos armados que o projeto de “Paz Total” do atual governo não conseguiu resolver.
Por outro lado, o país de 53 milhões de habitantes, segundo mais populoso da América do Sul, mantém índices econômicos positivos, como crescimento salarial. Nos últimos anos, o governo aprovou reformas, como a trabalhista e a da previdência, que ampliaram direitos para empregados e aposentados.
Geopolítica da Colômbia
O resultado deste domingo influencia a correlação de forças políticas na América do Sul, em meio à pressão do governo de Donald Trump por um alinhamento dos países da região à política da Casa Branca.
O colombiano Sebástian Granda Henao, professor de Fronteiras e Direitos Humanos na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), explicou à Agência Brasil que a vitória de Espriella aumenta a influência de Trump na América do Sul.
“Vai ser mais uma ficha no tabuleiro desse modo imperial de Trump governar, se colocando para o mundo cobrando obediência. Diria que alguns processos em curso devem parar, como alianças contra a desigualdade ou por transição energética e preservação ambiental”, comentou.
Por outro lado, Sebástian pondera que a vitória de Cepeda representaria a manutenção de certa aliança na América Latina entre Colômbia, Brasil e México, que têm expressado posicionamentos comuns nas relações internacionais nos últimos anos.
- Entrevista
- 21 de junho de 2026
- Por: Redação
Enquanto se recupera de um câncer, a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (MDB-MA) mantém o discurso de confiança e superação, sem descartar um eventual retorno à política durante as eleições de 2026.
Em tratamento desde agosto de 2025, a deputada federal licenciada atualmente divide o tempo entre São Paulo, onde realiza sessões de quimioterapia, e o Maranhão, estado que governou por quatro mandatos. Roseana recebeu o diagnóstico de câncer de mama triplo negativo, um dos tipos mais agressivos, durante exames anuais de rotina.
A ex-governadora contou sua saga ao receber o Metrópoles em sua casa na capital paulista.
“Não achei que fosse uma coisa tão avançada, mas os outros exames confirmaram”, afirmou Roseana. “Você tem de ter calma primeiro, tem de ter resiliência e tem de acreditar que você vai vencer. E mais do que isso, a fé [tem que] te mover nessas situações todas”.

Esta não é a primeira vez que Roseana enfrenta a doença. Em 1998, ela também recebeu um diagnóstico de câncer e passou por quatro cirurgias. De maneira bem-humorada, ela destaca que procurou enfrentar a doença sem se deixar abater, e que a disposição para viver e a confiança na recuperação foram fundamentais durante os momentos mais difíceis.
“Acho que você tem de pensar: ‘se você [a doença] vem para me derrubar, [sou] eu é que vou te derrubar, não você que vai me derrubar. Se você quer me dar pau, eu vou te dar a pau também’… Estou brincando, mas eu sempre tive esse espírito. Eu nunca tive aquele espírito [de]: ‘ah, coitadinha, está ruim’. Nunca, nunca. Mesmo nas piores horas, que eu já tive muitas horas bem ruinzinhas, eu sempre me agarrei na fé e esse meu espírito, vamos dizer assim, positivo, [e na] minha disposição para viver”, disse.
Retorno à vida pública
Com a recuperação em andamento e os cabelos voltando a crescer, Roseana também começa a cogitar um retorno mais ativo à política.
O nome dela aparece entre os favoritos para uma das vagas ao Senado pelo Maranhão nas eleições de 2026. Na pesquisa Quaest de março, ela apareceu em segundo lugar, com 14%, à frente do ex-ministro dos Esportes André Fufuca (PP) e da senadora Eliziane Gama (PT), que busca a reeleição.
Nesta semana, Fufuca anunciou que deve compor a chapa do pré-candidato ao governo do Maranhão Eduardo Braide (PSD), abrindo espaço para que Roseana ocupe uma das vagas ao Senado na chapa do candidato a sucessor do governador Carlos Brandão (MDB), Orleans Brandão (MDB), sobrinho dele. Até então aliados, Braide e Carlos Brandão estão hoje rompidos.
Apesar disso, a deputada afirma que ainda não tomou uma decisão sobre uma eventual candidatura. Segundo ela, a prioridade é recuperar plenamente as condições de saúde necessárias para exercer qualquer mandato.
“Quando me perguntam se vou ser candidata ao Senado, eu digo que ainda falta muito tempo. Até as convenções, muitas águas vão rolar. Eu não seria nunca uma deputada ou uma senadora apenas para ter o título. É preciso ter disponibilidade e disposição para trabalhar pelo Estado”, afirmou.
Licenciada do mandato há mais de um ano, Roseana diz que prefere aguardar a evolução do tratamento antes de definir os próximos passos políticos. A expectativa é permanecer em São Paulo até o fim de junho e, depois, retornar ao Maranhão para avaliar o cenário eleitoral.
Caso Lunus, 24 anos depois
Roseana também fez uma reflexão sobre aquele abril de 2002 que entrou para a história das eleições do período pós-ditadura como exemplo de artilharia pesada de guerra eleitoral.
Durante sua pré-campanha à Presidência, em que liderava as pesquisas, a Polícia Federal deflagrou a Operação Lunus, que apreendeu cerca de R$ 1 milhão em espécie guardado em cofre da sede da empresa de seu marido, a Lunus Participações.
A PF investigava empresas acusadas de utilizar irregularmente recursos da extinta Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).
Roseana acusou a polícia de agir com viés político, com o objetivo de inviabilizar a candidatura dela em favor da candidatura do senador José Serra (PSDB-SP), que era do mesmo partido do então presidente Fernando Henrique Cardoso. O caso controverso levou à desistência de Roseana da corrida eleitoral. Menos de um ano depois, a quantia foi devolvida a Roseana.
Hoje, 24 anos depois, Roseana acredita que a candidatura dela “não era para acontecer”.
“A minha leitura é a seguinte: é porque não tinha de acontecer, eu não devia estar preparada. Eu digo assim: ‘bom, se aconteceu, eu não devia estar preparada, não era para acontecer’. Então, deve ter sido o melhor para mim na época”, relembra a ex-governadora.
“Acho que a gente nunca deve trabalhar com esses cenários [hipotéticos], sabe por quê? Puxa a gente para trás”.
- Deixou em aberto
- 21 de junho de 2026
- Por: Redação

O ex-senador Roberto Rocha (Novo) admitiu, neste sábado(20), a possibilidade de disputar o governo do Maranhão na eleição deste ano.
Rocha reafirmou a pré-candidatura ao Senado, mas deixou aberta a possibilidade de entrar na corrida pelo Palácio dos Leões.
“Sou Roberto Rocha e nunca fugi à luta. Sou filho de sertanejo, criado com costela de boi, sopa de corredor e merenda de caroço de macaúba. Não tenho medo de cara feia e não tenho rabo preso. Se o destino para enfrentar o sistema de frente for disputar o governo do estado, fiquem tranquilos, não me faltará coragem e o desafio estará aceito”, declarou.
- Arquivado
- 20 de junho de 2026
- Por: Redação

A Corregedoria da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão arquivou investigação contra a delegada da Polícia Civil Viviane Fontenelle, que acusou de assédio o ex-secretário de Segurança do Estado Maurício Martins.
O órgão abriu um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para investigar a delegada, por um assunto não relacionado à denúncia feita por Viviane, no mesmo dia em que ela desabafou nas redes sociais sobre comentários inadequados do então secretário de Segurança. Ela disse que Martins a chamou de “delegata” e pediu uma foto dela para exibir em seu gabinete. Ele nega as acusações. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública não respondeu.
O PAD a que respondia a delegada da Polícia Civil foi aberto pela Corregedoria no dia 9 de março, e arquivado dois meses depois, em 15 de maio. A justificativa para a abertura do processo era uma postagem que Viviane fez nas redes sociais, após o carnaval, contestando dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.
Na época, a delegada disse à Coluna do Estadão se sentir “perseguida” e classificou a denúncia como “sem pé nem cabeça”.
Na justificativa para o arquivamento, o corregedor-geral Nordman Ribeiro, que assina o documento, afirma que os elementos que constam nos autos “indicam a ausência de nexo funcional direto e inequívoco entre a conduta e o exercício das atribuições do cargo”, e que as falas da delegada integram “o núcleo essencial da liberdade de expressão”.
Por isso, segundo ele, a continuidade do processo seria “medida desproporcional e inadequada”.
Entenda o processo aberto contra a delegada
O processo disciplinar contra Viviane se refere a uma postagem que ela fez nas redes sociais contestando dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão durante o carnaval.
O órgão dizia não ter havido nenhum crime grave no Estado durante o feriado (“nenhum homicídio”, “nenhum feminicídio”, “nenhum latrocínio” e “nenhuma lesão corporal seguida de morte”), o que ela apontou se tratar de dado falso.
Viviane disse à época da abertura do processo se sentir “perseguida” e classificou a denúncia como “sem pé nem cabeça”. Um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) pode acarretar, em última instância, na demissão do servidor público.



