Assembleia Legislativa do Maranhão parabeniza Eduardo Braide e novos parlamentares eleitos em 2026

 

A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão (Alema) divulgou nota oficial de reconhecimento à Justiça Eleitoral pela condução do pleito de 2026. A Casa de Leis destacou a excelência, segurança, organização e transparência com que todo o processo votativo foi realizado no estado, garantindo o respeito à soberania popular.

No comunicado, o Parlamento estadual também parabenizou a população maranhense por comparecer às urnas e exercer a cidadania de forma livre e democrática. Segundo a nota, o engajamento do eleitorado reafirma a legitimidade das escolhas feitas pelo voto e fortalece as instituições do país.

A Alema cumprimentou expressamente os vitoriosos no pleito: o governador eleito Eduardo Braide, os dois senadores eleitos, Fufuca e Lahesio Bonfim, e os deputados federais e estaduais que comporão as bancadas na próxima legislatura. A instituição desejou sucesso aos eleitos e reiterou o compromisso de manter o diálogo e a cooperação institucional para promover o desenvolvimento do Maranhão.

 

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques quer julgar logo após o segundo turno da eleição a ação que pede a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), independentemente de quem for o vencedor da disputa presidencial.

O magistrado avalia libertar Bolsonaro por meio de uma decisão liminar, mas o cenário mais provável é de que o caso (um pedido de revisão criminal feito pela defesa do ex-presidente) seja levado ao plenário da corte.

Kassio tem dito a auxiliares que vê uma série de “exageros” na ação da trama golpista conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, pela qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Bolsonaro cumpre a sentença em regime domiciliar.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu indulto ao ex-presidente caso vença o segundo turno contra Lula (PT). Porém, como só terá essa prerrogativa depois de eventualmente empossado, ele conta com uma decisão do ministro para subir a rampa do Palácio do Planalto acompanhado do pai.

Em maio, durante um evento da pré-campanha no Paraná, Flávio disse querer “fazer justiça” com o ex-presidente. “Ele vai subir aquela rampa junto com a gente em 2027”, projetou. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu o mesmo durante uma live feita com o senador em setembro.

A interlocutores Kassio afirma que o pedido de revisão criminal feito pela defesa de Bolsonaro já está pronto para ser julgado, mas que ainda não liberou o processo para não ser acusado de interferir nas eleições —o ministro é o atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Kassio afirmou a um auxiliar que já refletiu sobre sua posição e concluiu que houve excessos no julgamento de Bolsonaro —por exemplo, em relação ao amplo direito de defesa e ao rigor da pena aplicada.

O ministro disse a essa pessoa próxima que sanções políticas não existem no Código Penal e que seu voto ou sua liminar serão capazes de causar uma “comoção nacional”, pois há muitos elementos sobre a tramitação da ação a serem contestados.

A decisão pode desencadear uma nova crise interna no Supremo, que já vem dividido desde o início do ano na esteira das investigações sobre o Banco Master, com ministros se acusando mutuamente de atuação com viés político.

Embora Kassio tenda a dar razão aos advogados, há uma ala no Supremo que discorda da revisão criminal: os ministros que já votaram pela condenação: Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Eles ainda têm o apoio de Gilmar Mendes.

A avaliação é a de que esse tipo de pedido só pode ser admitido em casos excepcionais —por exemplo, quando surge um fato novo que comprove a inocência do réu ou quando há evidências de que a condenação ocorreu com base em depoimentos ou documentos falsos, o que não se aplicaria ao caso.

Já André Mendonça e Luiz Fux, que votou pela absolvição de Bolsonaro no julgamento, devem acompanhar o relator para rever a pena do ex-presidente. A dúvida recai sobre a posição do ministro Dias Toffoli e a do presidente do STF, Edson Fachin.

Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do pedido de revisão criminal. De acordo com o PGR, a condenação definida pela Primeira Turma do Supremo foi baseada em um “vigoroso conjunto probatório”.

Gonet afirmou que o ex-presidente não teve uma postura passiva, mas se envolveu em uma articulação concreta para gerar um ambiente propício à violência e ao golpe de Estado, culminando nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.

“O controle da máquina pública, a instrumentalização de recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para fomentar a radicalização e a ruptura da ordem democrática”, disse o procurador-geral.

Os advogados de Bolsonaro pedem a anulação da sentença e dizem ser necessária “a reparação do erro judiciário”. Eles alegam falta de individualização das condutas (identificação de quem fez o quê) e prejuízo à defesa, além de defenderem que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário, e não na turma.

Folha de SP

 

O vereador de Pinheiro Elizeu Rodrigues Furtado, mais conhecido como Elizeu de Tantan (PSD), morreu na manhã desta terça-feira (6), no Hospital Regional Dr. Antenor Abreu, em Pinheiro.

Segundo informações repassadas à reportagem, Elizeu teria sofrido um infarto e chegou a ser socorrido e encaminhado para a unidade hospitalar, mas não resistiu. A causa da morte ainda aguarda confirmação oficial.

Elizeu de Tantan era uma das principais lideranças políticas de Pinheiro. Nas eleições municipais de 2024, foi o vereador mais votado do município, conquistando 1.999 votos, resultado que consolidou sua força política junto ao eleitorado.

Ao longo da trajetória política, Elizeu também presidiu a Câmara Municipal de Pinheiro e chegou a assumir, mesmo que interinamente, o comando da Prefeitura do município.

Mesmo sendo filiado ao PSD, Elizeu de Tantan manteve uma atuação política independente e, nas eleições de 2026, declarou apoio à candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão.

Na disputa proporcional, também apoiou duas candidaturas femininas que saíram vitoriosas das urnas: Paula Prata, eleita deputada estadual, e Larissa DP, eleita deputada federal.

A morte do vereador provoca grande comoção em Pinheiro, onde Elizeu construiu uma trajetória marcada pela atuação política e pela proximidade com lideranças e comunidades do município.

Familiares, amigos, correligionários e apoiadores lamentam a perda precoce do parlamentar.

As eleições de Aldir Júnior (PL), André Campos (Republicanos) e Douglas Pinto (PSD) para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa vai abrir três vagas na Câmara Municipal de São Luís a partir de 2027.

Matheus do Beiju, Anderson Borges e Severino Sales assumirão definitivamente as cadeiras deixadas pelos parlamentares.

A mudança ocorrerá com a saída dos vereadores para o exercício dos mandatos na Câmara e Alema, conquistados nas eleições de 2026. Os suplentes passarão, então, à condição de titulares no Legislativo municipal.

Com a alteração, Matheus do Beiju, Anderson Borges e Severino Sales ocuparão as vagas pelo restante da legislatura, que se encerra em 2028.

Com informações do Blog do Gilberto Léda

Os eleitores maranhenses definiram neste domingo (4) os 42 deputados estaduais que ocuparão as cadeiras da Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) a partir de 2027. A nova composição terá renovação de aproximadamente 60%, segundo levantamento publicado após o resultado das urnas. 

Um dos principais destaques foi Maedja Campos (PDT). A jornalista recebeu mais de 102 mil votos, foi a candidata mais votada para deputada estadual e a única a ultrapassar a marca de 100 mil votos. 

Veja os 42 deputados estaduais eleitos

PSD: Douglas Pinto, Paula Prata, Dino do Aldenora Bello e Júnior Vieira.

PL: Detinha, Josimar Júnior, Aluísio Santos, Ulisses Gonçalves, Segundo, Solange Almeida e Claudio Cunha.

PDT: Maedja Campos, João Igor e Cid Costa.

PSB: Marcos Miranda Júnior e Leandro Bello.

MDB: Gleydson Rezende, Vanessa Marreca, Bruna Pessoa, Daniella, Tiago Fernandes, Abigail Cunha, Antônio Pereira, Davi Brandão, Ivo Rezende, Florêncio Neto, Rui Jorge, Túlio Rezende, Neto Evangelista, Nagib, Ariston, Claudia Coutinho e Júnior Viana.

Republicanos: André Campos, Eric Costa, Catulé Júnior e Júnior Cascaria.

Federação PT/PCdoB/PV: Cricielle e Luanna Rezende.

Federação União Brasil/PP: Paulo Casé e Natália do Júnior Garimpeiro.

Federação PRD/Solidariedade: Leonardo Sá. 

MDB terá a maior bancada

Pela relação divulgada, o MDB conquistou 17 das 42 cadeiras, tornando-se a maior bancada da próxima legislatura. O PL aparece com sete representantes, enquanto PSD e Republicanos conquistaram quatro cadeiras cada. 

O resultado também representa uma mudança significativa na composição da Alema. Com renovação estimada em cerca de 60%, a Casa terá diversos novos parlamentares a partir de 2027, ao mesmo tempo em que deputados conhecidos não conseguiram permanecer no Legislativo estadual. 

O Maranhão definiu neste domingo (4) os 18 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados durante a próxima legislatura, que começa em 2027. O resultado das urnas promoveu uma renovação de 50% da bancada maranhense, com nove novos nomes entre os eleitos.

Entre os destaques da eleição está Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), que terminou como o candidato a deputado federal mais votado do Maranhão. A composição das cadeiras também evidencia a força do MDB e do PL na nova bancada.

Veja os 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão

PL: Fabiana Vilar, Aldir Júnior, Mariana Carvalho e Dr. Orlando.

MDB: Iracema Vale, Vinícius Ferro, Larissa DP, Hildo Rocha e Júnior Lourenço.

PDT: Erlânio Xavier.

Republicanos: Aluísio Mendes.

Federação PT/PCdoB/PV: Rubens Júnior e Márcio Jerry.

União Brasil/PP: Pedro Lucas Fernandes, Amanda Gentil e Josivaldo JP.

PSDB/Cidadania: Juscelino Filho.

Renovação Solidária: Marreca Filho.

Com cinco deputados, o MDB terá a maior representação entre os grupos partidários na bancada maranhense, seguido pelo PL, com quatro cadeiras.

O resultado também deixou nomes conhecidos fora da próxima legislatura. Duarte Júnior, por exemplo, teve votação individual expressiva, mas não conseguiu renovar o mandato devido às regras do sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas também depende do desempenho dos partidos e federações.

Os deputados eleitos assumem seus mandatos em 1º de fevereiro de 2027 e representarão o Maranhão na Câmara dos Deputados pelos próximos quatro anos.