O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu início aos trâmites necessários para a reconstrução da ponte do Estreito dos Mosquitos, localizada no lado esquerdo do km 24 da BR-135/MA. Conforme o cronograma, o edital para contratação das obras de construção da nova estrutura está previsto para ser lançado em julho.
Atualmente, as equipes da autarquia atuam no monitoramento e na análise técnica das condições da ponte do lado esquerdo (com problemas estruturais), que permanece totalmente interditada.
Essa etapa de investigação técnica complementar é fundamental para o amplo mapeamento das manifestações patológicas presentes na estrutura e consequente diagnóstico de sua capacidade estrutural.
Além disso, os estudos técnicos ora desenvolvidos fomentarão o banco de dados e curva de aprendizado institucional.
Com relação à ponte do Estreito dos Mosquitos localizada no lado direto do km 24 da BR-135/MA, que opera no momento recebendo o tráfego desviado da ponte do lado esquerdo, o DNIT informa que a estrutura apresenta condições satisfatórias do ponto de vista estrutural.
O DNIT ressalta que todas as etapas seguem os trâmites técnicos e institucionais vigentes, com a devida articulação entre as áreas responsáveis, visando à preservação de vidas, à funcionalidade e à durabilidade da infraestrutura.
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, presa no Piauí por suspeita de agredir uma empregada doméstica grávida de 19 anos na cidade de Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís, chegou ao fim da tarde desta quinta-feira (7) a São Luís. Ela desembarcou de um helicóptero da Polícia Militar do Maranhão (PM-MA) na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA).
É possível ver que Carolina Sthela aparece algemada ao deixar a aeronave acompanhada por dois policiais. A Polícia Civil informou que a empresária Carolina Sthela foi encaminhada à sede da 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, responsável pela investigação do caso, onde deve prestar depoimento.
Após ser ouvida, Carolina Sthela deve passar por exames de corpo de delito. Ainda de acordo com a polícia, ela deve ser encaminhada ainda nesta quinta-feira (7) para a Unidade Prisional Feminina de Pedrinhas, onde ficará presa.
Suspeita de agressão estava em fuga
“O objetivo dela era fugir, provavelmente pra outro estado. Logo depois do fato ela veio para Teresina para pedir abrigo para esse tio que mora em Teresina. Provavelmente iriam para outro estado na data de hoje”, disse o delegado Matheus Zanatta.
Segundo a defesa, Carolina estava no Piauí porque tem um filho de 6 anos e não tinha familiares no Maranhão com quem pudesse deixar a criança. Por isso, teria levado o menino para ficar sob os cuidados de pessoas de confiança em Teresina. A defesa ainda afirmou que Carolina não tem interesse em se omitir.
Saiba quem é a empresária presa por agredir doméstica
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de 19 anos, é natural de São Luís e tem 36 anos. Casada e mãe de um menino de 6 anos, ela se define como empresária e cristã. Carolina Sthela foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí.
Carolina Sthela atua como empresária na área de consultoria de gestão administrativa, financeira e organizacional. Após a repercussão do caso de agressão contra a jovem grávida, ela e o marido excluíram das redes sociais as contas pessoais e da empresa.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização e o recolhimento de dezenas de produtos da marca Ypê.
A decisão foi tomada após uma avaliação técnica identificar risco de contaminação microbiológica em itens fabricados na unidade da Química Amparo, em Amparo (SP). A medida inclui ainda a suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos.
Em nota, a Ypê manifestou “indignação com a decisão”, classificou a medida como “arbitrária e desproporcional” e informou que vai recorrer.
A empresa alega ter laudos de análises independentes que comprovam que os produtos são “totalmente seguros e adequados para consumo”.
A Anvisa orienta os consumidores que tenham em casa os produtos dos lotes especificados a suspenderem o uso imediatamente.
A recomendação é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para obter informações sobre o procedimento de recolhimento.
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida de 19 anos, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís, foi presa na manhã desta quinta-feira (7), em Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pela defesa da investigada.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, a advogada Nathaly Moraes, responsável pela defesa de Carolina Sthela, informou que o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Maranhão está sendo cumprido na capital piauiense.
investigada por agressões contra uma jovem doméstica grávida, em Paço do Lumiar”, afirmou o governador.
A Justiça do Maranhão decretou a prisão preventiva da empresária após pedido da Polícia Civil. Na quarta-feira (6), equipes policiais estiveram na residência de Carolina Sthela para intimá-la a prestar depoimento, mas ela não foi encontrada no local.
Segundo a Polícia Civil, apenas uma funcionária estava na casa e teria sido chamada às pressas para assumir o serviço.
Doméstica foi ameaçada de morte
A jovem descreveu as agressões que sofreu. Segundo ela, levou puxões de cabelo, socos e murros e foi derrubada no chão. Durante os ataques, tentou proteger a barriga, pois está grávida de cinco meses.
Ainda de acordo com o depoimento, a ex-patroa a acusou de ter roubado uma joia e passou horas procurando o objeto. O anel foi encontrado dentro de um cesto de roupas sujas.
Mesmo após a joia ser localizada, as agressões continuaram, segundo a vítima. Ela afirmou ainda que, em determinado momento, foi ameaçada de morte por Carolina Sthela caso contasse à polícia o que havia acontecido.
“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse a jovem.
No depoimento, a jovem relatou ainda que um homem, não identificado, participou das agressões. Segundo ela, o suspeito foi até a casa para pressioná-la com violência. Ela o descreveu como “alto”, “forte” e “moreno”.
A OAB classificou o caso como tortura agravada, além de lesão corporal, ameaça e calúnia.
Procurada pela TV Mirante, a empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou em Washington na noite desta quarta-feira (6) para uma visita de trabalho com o presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira (7).
O avião da presidência do Brasil pousou na Base Aérea de Andrews às 21h, horário local (22h, em Brasília). Em seguida, Lula foi para a residência da embaixada brasileira, onde deve passar a noite.
Durante o encontro, Lula e Trump devem discutir as tarifas dos EUA sobre o Brasil, o combate ao crime organizado e minerais críticos.
Um alto funcionário da Casa Branca, que confirmou o encontro entre os presidentes, afirmou que os líderes devem discutir “assuntos econômicos e de segurança de importância mútua”.
Fontes disseram à CNN, que Lula buscará reduzir ruídos na relação entre Brasil e EUA, incluindo a possibilidade de classificação de facções criminosas brasileiras como grupos terroristas pelo governo americano.
O encontro estava previsto inicialmente para ocorrer em março, mas foi postergado depois que EUA e Israel atacaram o Irã, em 28 de fevereiro, desencadeando a guerra no Oriente Médio.
A comitiva presidencial terá cinco ministros, entre eles o chefe da equipe econômica, Dario Durigan, e o diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues. Veja a lista completa:
Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores
Wellington César, ministro da Justiça e Segurança Pública
Dario Durigan, ministro da Fazenda
Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia
Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal
Maria Luiza Viotti, embaixadora do Brasil nos Estados Unidos
Audo Faleiro, assessor especial da Presidência
Visita de trabalho
Diferente das visitas de Estado, que possuem cerimônias e formalidades, as de trabalho são mais objetivas, com foco em questões bilaterais entre os países, como fechamento de acordos e debates sobre tarifas comerciais, segurança e geopolítica.
Encontros desse tipo acontecem com frequência na Casa Branca, e podem acontecer mais de uma vez por mês.
A Justiça decretou, nesta quinta-feira (7), a prisão preventiva da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, após pedido da Polícia Civil, por suspeita de agredir e torturar uma doméstica grávida de 19 anos, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís.
Na quarta-feira (6), equipes da Polícia Civil foram à casa da empresária para intimá-la a prestar depoimento, mas ela não foi encontrada. No local, havia apenas uma funcionária que, segundo a polícia, foi chamada às pressas para assumir o serviço.
Polícia investiga agressão contra doméstica acusada de roubo por ex-patroa. Foto: Reprodução/ TV Mirante
O caso é investigado pela 21ª Delegacia de Polícia Civil do Araçagy, após a vítima registrar um boletim de ocorrência. Ela afirmou que foi agredida depois de ser acusada de roubar joias da ex-patroa.
Doméstica foi ameaçada de morte
A jovem descreveu as agressões que sofreu. Segundo ela, levou puxões de cabelo, socos e murros e foi derrubada no chão. Durante os ataques, tentou proteger a barriga, pois está grávida de cinco meses.
Ainda de acordo com o depoimento, a ex-patroa a acusou de ter roubado uma joia e passou horas procurando o objeto. O anel foi encontrado dentro de um cesto de roupas sujas.
Mesmo após a joia ser localizada, as agressões continuaram, segundo a vítima. Ela afirmou ainda que, em determinado momento, foi ameaçada de morte por Carolina Sthela caso contasse à polícia o que havia acontecido.
“Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros… foi sem parar. Eles não se importavam”, disse a jovem.
No depoimento, a jovem relatou ainda que um homem, não identificado, participou das agressões. Segundo ela, o suspeito foi até a casa para pressioná-la com violência. Ela o descreveu como “alto”, “forte” e “moreno”.
A OAB classificou o caso como tortura agravada, além de lesão corporal, ameaça e calúnia.
Procurada pela TV Mirante, a empresária Carolina Sthela afirmou, por meio de nota, que colabora com as investigações e que apresentará sua versão no momento oportuno. Ela também declarou que repudia qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade, e pediu que não haja “julgamento antecipado” enquanto o caso é apurado (veja mais abaixo a nota na íntegra).
Leia na íntegra a nota da empresária Carolina Sthela:
“Diante das publicações e comentários que vêm circulando na imprensa e nas redes sociais a respeito do IPL nº 066/2026 — 21º Distrito Policial do Araçagy/MA, venho me manifestar com serenidade e respeito.
Em primeiro lugar, afirmo que respeito profundamente a atuação das autoridades e que jamais me neguei a colaborar com a apuração dos fatos. Minha defesa já compareceu à delegacia, solicitou acesso aos autos e adotará todas as providências necessárias para que minha versão seja apresentada no momento adequado, de forma responsável e dentro do procedimento legal.
Também registro que repudio qualquer forma de violência, especialmente contra mulheres, gestantes, trabalhadoras e pessoas em situação de vulnerabilidade. Justamente por reconhecer a gravidade do assunto, entendo que tudo deve ser apurado com seriedade, equilíbrio, provas e respeito ao devido processo legal.
Minha família, incluindo meu marido e meu filho, vem sofrendo ataques e ameaças. Isso não contribui para a verdade, não ajuda a investigação e apenas aumenta o sofrimento de todos os envolvidos.
Requeiro que não haja julgamento antecipado e que o inquérito seja conduzido em observância aos princípios constitucionais. A investigação ainda está em andamento, e a verdade deve ser esclarecida pelas vias legais, jamais por ameaças, ofensas, exposição de familiares ou linchamento virtual.
Seguirei à disposição das autoridades, por meio da minha defesa, confiando que os fatos serão esclarecidos com responsabilidade, respeito, técnica e justiça.