Da missa ao estande de tiros: veja fotos de delegada presa por elo com PCC

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Uma rotina agitada, dividida entre viagens para a Europa, passeios nos Estados Unidos e treinamentos intensos em estandes de tiro com armas de grosso calibre. Nas redes sociais, a delegada Maria Virgínia Grimwood Pinto, da Polícia Civil do Pará, acumulava milhares de olhares atentos. Com fotos produzidas e ostentando fuzis e pistolas durante operações policiais, a loira construiu a imagem da policial implacável e glamurosa para mais de 40 mil seguidores.

Por trás dos filtros e da rotina dos sonhos compartilhada no Instagram, contudo, revelou-se uma teia criminosa de alta periculosidade. A coluna Na Mira apurou que a servidora pública mantinha um relacionamento amoroso com Renato Henrique do Carmo, o “Gordão”, apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Nordeste, especialmente na região de Muro Alto, em Ipojuca (PE).

Maria Virgínia estava em solo brasiliense desde o último domingo (12/10). Em uma de suas postagens recentes nas redes sociais, publicou um storie dentro da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, na Esplanada dos Ministérios. Na imagem, a delegada fotografou o senador Flávio Bolsonaro e sua esposa durante a celebração religiosa do Dia da Padroeira do Brasil.

Teia criminosa

A estada da policial na capital federal terminou na manhã desta quinta-feira (15/10), quando agentes da Polícia Civil cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido contra ela em um hotel no Setor Hoteleiro Norte, em Brasília. Simultaneamente, Renato Henrique do Carmo era capturado em um resort de luxo no litoral de Recife (PE).

A derrocada da dupla é fruto da Operação Sinalagma, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco. A investigação apura uma rede interestadual responsável por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio com movimentações que ultrapassam R$ 14 milhões.

A ponta do novelo começou a ser desfeita em janeiro de 2025, quando “Gordão” foi preso na primeira fase da operação e teve seu aparelho celular apreendido. Com autorização da Justiça para a extração telemática de dados, os investigadores encontraram mensagens e registros que expuseram a relação íntima e comprometedora entre o criminoso e a delegada paraense.

Reciprocidade ilícita

As análises revelaram que Maria Virgínia utilizava seus acessos privilegiados aos sistemas restritos de segurança pública para vazar informações sigilosas sobre operações e investigações em andamento. Em troca de proteção institucional e alertas sobre ações policiais, a delegada teria recebido R$ 50 mil em vantagens financeiras indevidas.

A apuração também desvendou complexas manobras financeiras usadas para lavar o dinheiro vindo do tráfico: uso de documentos falsos, identidades adulteradas e contas em nome de terceiros para ocultar a verdadeira propriedade dos valores, além da utilização de empresas de fachada para dar aparência legal aos recursos.

As movimentações bancárias eram completamente incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos, fato confirmado pelos Relatórios de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O termo “Sinalagma”, que dá nome à operação, faz referência ao conceito jurídico de reciprocidade de obrigações em um contrato. No contexto da investigação, o nome simboliza a troca direta de favores: propina em dinheiro vivo em contrapartida ao fornecimento de segredos de estado e proteção às atividades ilícitas.

Pelos atos investigados, Maria Virgínia Grimwood Pinto poderá responder criminalmente por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e colaboração com organização criminosa, enquanto a liderança do PCC responderá por corrupção ativa e tráfico interestadual de drogas.

Metrópoles 

 

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou que 26 presos beneficiados com a saída temporária do Dia das Crianças na Grande São Luís não retornaram às unidades prisionais dentro do prazo determinado pela Justiça.

Ao todo, 702 internos receberam autorização para deixar temporariamente os estabelecimentos prisionais da capital durante o período. Desse total, 676 retornaram no prazo estabelecido, enquanto 26 descumpriram a determinação judicial.

Segundo a Seap, os detentos que não retornaram são considerados foragidos da Justiça e estão sujeitos à regressão de regime, além de outras sanções previstas na legislação.

O benefício da saída temporária é concedido mediante autorização judicial, e os internos devem cumprir as condições estabelecidas pela Justiça, incluindo o retorno à unidade prisional na data determinada.

 

A história do escritor maranhense Leandro Coelho de Sousa é marcada por perdas financeiras, dependência em jogos de azar e superação. Formado em Geografia e ex-empresário do setor farmacêutico, ele estima ter perdido cerca de R$ 1 milhão em apostas. Depois de perder o patrimônio, enfrentou a depressão e deixou o Maranhão para recomeçar a vida no Rio de Janeiro, onde passou a vender biscoitos na praia de Copacabana.

Leandro conta que começou a apostar durante um período de vulnerabilidade emocional, marcado por problemas de saúde na família e dificuldades nos negócios. Em um único dia, chegou a ganhar R$ 32 mil, mas acabou perdendo R$ 100 mil. Na tentativa de recuperar o dinheiro, continuou apostando e viu os prejuízos aumentarem.

“Eu tava num momento muito vulnerável, problemas de saúde na família, sérios problemas de negócio, de bens, e acabei me viciando por conta de problemas pessoais e financeiros”, relatou. Segundo ele, quando percebeu a gravidade da situação, já havia perdido todos os bens. A venda de biscoitos em Copacabana marcou o início de uma nova fase.

Como funciona a dependência em jogos

A experiência de Leandro mostra que os efeitos do vício em apostas vão além das perdas financeiras. A dependência pode comprometer a vida profissional, os relacionamentos familiares e a saúde mental. Em muitos casos, a pessoa continua jogando mesmo diante de prejuízos cada vez maiores, na tentativa de recuperar o dinheiro perdido.

Leandro afirma que o problema não pode ser tratado apenas como uma questão de escolha individual. Ele explica que o comportamento pode afetar a capacidade de controlar os impulsos e avaliar as consequências das próprias decisões.

A dependência em jogos de azar, também chamada de ludopatia ou transtorno do jogo, é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A condição está associada aos mecanismos cerebrais de recompensa e pode levar a pessoa a repetir o comportamento mesmo quando ele provoca consequências negativas.

O terapeuta especialista em saúde mental Marcelo Costa explica que o ciclo entre ganhar e perder pode estimular os mecanismos de recompensa do cérebro. Segundo ele, a liberação de substâncias relacionadas ao prazer pode reforçar o comportamento e levar a pessoa a sentir necessidade de jogar novamente.

“Quando acontece a parada do jogo ou então perdas, esse mesmo prazer se transforma em uma situação de desconforto, onde a pessoa, pra voltar a ter o prazer, precisa jogar novamente, o que a gente chama de fissura”, explica o terapeuta.

Bloqueio de plataformas não encerra a dependência

O debate sobre a dependência em apostas também envolve as medidas adotadas pelo governo para restringir o funcionamento de plataformas online. Segundo Marcelo Costa, retirar os sites do ar não é suficiente para interromper o comportamento de quem já desenvolveu uma relação compulsiva com o jogo.

O especialista destaca que a recuperação pode exigir acompanhamento profissional, apoio familiar e mudanças na rotina. Entre as possibilidades de tratamento estão a psicoterapia, especialmente a abordagem cognitivo-comportamental, e a avaliação médica para verificar a necessidade de medicamentos.

A reconstrução também envolve reorganizar a vida financeira e emocional, além de buscar apoio para evitar recaídas.

Livro transforma experiência em alerta

Depois de enfrentar as consequências do vício, Leandro transformou a própria experiência em um livro, intitulado Jogos de azar: A pandemia silenciosa. A obra aborda os impactos das apostas e busca alertar outras pessoas sobre os riscos da dependência.

O projeto também destaca a possibilidade de recomeçar após perdas profundas. Para Leandro, a experiência que mudou sua vida passou a ter outro significado: servir de alerta e ajudar pessoas que enfrentam situações semelhantes.

A trajetória do escritor mostra que a recuperação pode ser um processo longo, mas que é possível reconstruir a vida com apoio, acompanhamento adequado e disposição para mudar. Sua história também reforça a importância de reconhecer os sinais da dependência e procurar ajuda antes que as consequências se tornem ainda mais graves.

Difusora News

Brasília (DF), 16/10/2026 - Da esuqerda para diretita, Senador, Paulo Paim, presidente da Câmara dos deputados, Hugo Motta, presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado, Carlos Veras, promulgam  a proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala um dia de descanso a cada seis de trabalho no país, a escala 6x1.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

 

O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.

“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”

Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.

“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.

Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.

Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.

“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.

Entenda a nova emenda

A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.

Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda história dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.

A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.

O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Transição

A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5×2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.

Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.

Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.

Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:

  • escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
  • redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
  • jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).

Acordos coletivos

A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.

Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.

Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.

Terceirizados do Estado

As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.

A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.

Agência Brasil

 

Pesquisa PoderData/AYA divulgada nesta semana aponta empate numérico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os dois candidatos aparecem com 50% dos votos válidos.

O levantamento indica uma redução da vantagem que Flávio Bolsonaro apresentava nas rodadas anteriores da pesquisa. Na quinta-feira (8), o senador tinha 53% das intenções de voto, contra 47% de Lula, uma diferença de seis pontos percentuais.

Na rodada seguinte, a distância caiu para dois pontos percentuais, com Flávio registrando 51% e Lula, 49%. Agora, os dois candidatos aparecem empatados em 50%.

Considerando as três rodadas, Flávio Bolsonaro recuou três pontos percentuais, enquanto Lula avançou três pontos, revertendo a vantagem numérica que o candidato do PL mantinha no início da série.

A pesquisa ouviu 3 mil eleitores entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04258/2026.

O governador Carlos Brandão (MDB) oficializou a composição da equipe que representará o Governo do Maranhão no processo de transição para a gestão do governador eleito Eduardo Braide (PSD). A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado de quinta-feira (15), juntamente com o decreto que estabelece as regras para a transferência de informações entre as duas administrações.

Além de definir os representantes do atual governo, Brandão formalizou a nomeação dos seis integrantes indicados por Braide, que venceu a eleição para o Governo do Maranhão no primeiro turno, realizado em 4 de outubro.

Pela atual gestão, foram designados 12 representantes de diferentes áreas da administração estadual. Entre eles estão Luis Fernando Moura da Silva, da Secretaria Geral da Governadoria; Aline Ribeiro Duailibe Barros, do Planejamento e Orçamento; Pedro Carvalho Chagas, do Meio Ambiente; Aparício Bandeira Filho, da Infraestrutura; Jandira Dias Araújo Silva, da Educação; e Liliane Neves Carvalho, da Saúde.

Também integram a equipe Jeonys Caldas Carvalho Aguiar, do Governo; Marcellus Ribeiro Alves, da Fazenda; Guilberth Marinho Garcês, da Administração; Denilson Souza dos Reis Almeida, da Procuradoria-Geral do Estado; Alberto Pessoa Bastos, das Cidades; e Raul Cancian Mochel, da Transparência.

A Secretaria Geral da Governadoria ficará responsável pela coordenação dos trabalhos do atual governo, centralizando a coleta e a disponibilização das informações solicitadas pela equipe do governador eleito.

Equipe de Braide

Do lado de Eduardo Braide, a coordenação da transição ficará sob responsabilidade de Anna Caroline Marques Pinheiro Salgado. Também foram nomeados Simão Cirineu, José de Jesus Azzolini, David Col Debella, Silvana Carla Costa dos Santos e Manuella Oliveira Fernandes.

O grupo terá a missão de levantar informações sobre a situação administrativa, financeira e orçamentária do Estado, além de conhecer os programas, contratos e projetos em andamento, para subsidiar as primeiras decisões do novo governo.

O decreto assinado por Brandão determina que os órgãos estaduais deem prioridade às solicitações apresentadas durante a transição, garantindo o acesso às informações necessárias para a continuidade dos serviços públicos.

A regulamentação também estabelece a preservação de dados sigilosos e proíbe a eliminação de documentos públicos até a posse do governador eleito.

Com a formalização das equipes, o processo de transição passa a contar com representantes oficialmente designados pelas duas gestões, responsáveis pela troca de informações e pela preparação da transferência administrativa do Governo do Maranhão.