- Ampliando a base
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação

A prefeita de Santo Antônio dos Lopes, Cibele Napoleão, anunciou na sexta-feira, (24), apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de São Luís Eduardo Braide ao Governo do Maranhão. A aliança foi consolidada durante um encontro entre os dois gestores, no qual foram discutidas pautas voltadas ao desenvolvimento municipal e ao fortalecimento de parcerias administrativas.
Segundo a gestora, a decisão representa uma estratégia de alinhamento com um projeto que, em sua avaliação, tem demonstrado capacidade de gestão e foco em resultados. A prefeita destacou que a experiência administrativa de Braide na capital maranhense pode servir de referência para impulsionar ações em Santo Antônio dos Lopes, especialmente em áreas consideradas prioritárias para o município.
“Estamos unindo forças em prol de um planejamento que traga resultados concretos para a nossa gente. O trabalho de Braide na capital é uma referência, e queremos essa visão alinhada ao futuro do nosso município”, afirmou Napoleão.
Com a adesão, Eduardo Braide tenta dar amplitude a um grupo político que vem sendo formado durante sua pré-campanha.
“Muito obrigado pela coragem e apoio, prefeita Cibelle, de Santo Antônio dos Lopes, que contribui muito com o Maranhão e terá de volta todo apoio e investimento do governo do estado para melhorar a vida do povo! Juntos vamos transformar Santo Antônio e o Maranhão!”, afirmou o ex-prefeito.
- Jogo político
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação

O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, ampliou sua base de apoio na Grande Ilha ao receber, nesta semana, o respaldo de lideranças evangélicas e de integrantes da Câmara Municipal de São Luís. Entre os novos apoios está a vereadora Rosana da Saúde que antes como o Republicanos integrava a base do ex-prefeito, Eduardo Braide.
Durante encontro com parlamentares locais, Orleans destacou a importância do diálogo sobre políticas públicas voltadas à Grande Ilha e ao desenvolvimento regional. Segundo ele, a aproximação com lideranças políticas e religiosas fortalece o projeto de sua pré-candidatura. “Conversamos sobre políticas públicas para a Grande Ilha, sobre o futuro da nossa capital, de São José de Ribamar e por todo o Maranhão. Juntos poderemos avançar na saúde de São Luís e em várias áreas”, afirmou.
No mesmo encontro, o pré-candidato também ressaltou o papel das lideranças locais na construção de uma agenda política voltada ao estado. Ele mencionou a importância da representação da igreja e da população da capital na Assembleia Legislativa, ao reforçar o compromisso de atuação conjunta com os aliados.
A vereadora Rosana da Saúde, que é pré-candidata a deputada estadual, declarou apoio ao projeto político de Orleans Brandão e destacou a convergência de objetivos. “Juntos pelo Maranhão vamos fazer a diferença. Que Deus o abençoe e conte com a Rosana da Saúde”, disse a parlamentar.
Outro apoio anunciado foi o do vereador Júnior da Juventude, de São José de Ribamar, que afirmou colocar sua base política à disposição da pré-campanha. “A cidade balneária e toda a nossa base em São José de Ribamar estão à disposição para somar nessa caminhada”, declarou.
- Continua preso
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação
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Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve nesta sexta-feira (24) a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa.

No dia 16 de abril, Costa foi preso durante a quarta fase da Operação Compliance, da Polícia Federal, que investiga fraudes no Banco Master e tentativa de compra da instituição financeira pelo BRB, banco público ligado ao governo do Distrito Federal.
De acordo com as investigações, Paulo Henrique Costa teria combinado com o banqueiro Daniel Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em propina. O valor seria repassado por meio de imóveis.
Votação
A votação começou na semana passada e foi finalizada hoje no plenário virtual do colegiado. O placar final ficou em 4 votos a 0 para manter a prisão de Costa.
Votaram para manter a prisão do ex-presidente do BRB os ministros André Mendonça, relator, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes.
Contudo, o placar favorável à prisão do advogado Daniel Monteiro, que também foi alvo da operação, ficou em 3 a 1.
Último a votar, Mendes divergiu parcialmente dos demais posicionamentos e entendeu que Monteiro deve cumprir prisão domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
Toffoli
O ministro Dias Toffoli também faz parte da Segunda Turma, mas se declarou suspeito para participar do julgamento.
Em fevereiro deste ano, o ministro deixou a relatoria do inquérito que investiga as fraudes no Master após a PF informar ao presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a Toffoli em mensagens encontradas no celular de Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da operação, deflagrada no ano passado.
Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos que é ligado ao Master e investigado pela PF.
Agência Brasil
- Operação Logchain
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação

A Polícia Federal deflagrou em Caxias/MA, a Operação Logchain, com foco no combate a fraudes bancárias eletrônicas contra a Caixa Econômica Federal (CEF). A ação contou com o apoio da própria instituição financeira para a identificação dos ilícitos.
Durante a operação, os policiais federais buscaram arrecadar aparelhos celulares, computadores, mídias digitais e documentos que possam detalhar a dinâmica das fraudes e identificar outros coautores ou beneficiários do esquema.
A investigação apura a atuação de um funcionário que, utilizando-se de acesso privilegiado e credencial funcional, realizava alterações cadastrais indevidas em contas de clientes para viabilizar transferências via PIX a destinatários recorrentes.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e efetivado o afastamento cautelar do empregado público de suas funções na agência bancária.
O esquema envolvia a manipulação de dados em sistemas internos sem a presença física dos titulares das contas, conforme verificado em imagens de monitoramento.
O prejuízo inicialmente verificado é de R$ 91.835,36, montante que pode ser ainda maior com o aprofundamento das análises dos materiais apreendidos.
O investigado poderá responder por crimes como associação criminosa, estelionato majorado e furto qualificado, caso as suspeitas sejam confirmadas.
- Estranho
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação

O Supremo Tribunal Federal (STF) contratará uma empresa especializada para fazer o “acompanhamento e análise da presença digital” da Corte nas redes sociais. O pregão eletrônico está marcado para o dia 11 de maio deste ano, e o valor máximo que a Corte pretende pagar é de R$ 249 mil.
No edital, a Corte explicita o objetivo de saber se as menções ao STF nas redes sociais estão sendo positivas, neutras ou negativas.
O edital prevê a entrega de relatórios diários — entre 30 e 300 — e mensais. Esses alertas diários são avisos sobre menções a “temas diretamente relacionados ao universo do Supremo Tribunal Federal — incluindo seus julgamentos e ministros —, expressamente citados, com potencial de repercussão”.
Com os relatórios mensais, o STF quer saber os impactos de suas postagens; o sentimento do público nas publicações envolvendo a Corte e até quem são os “principais formadores de opinião nas redes sociais que debatem sobre assuntos afetos ao STF, com análise de posicionamento e influência/capacidade de repercussão”.
Nos últimos meses, o STF se viu em meio a uma crise de imagem em função das investigações do caso do Banco Master.
Em dezembro de 2025, veio à tona o valor de R$ 129 milhões do contrato entre o escritório da família de Alexandre de Moraes e o Banco Master.
Em fevereiro deste ano, Toffoli admitiu ter sido um dos donos do resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR) — a propriedade foi depois comprada por um fundo de investimentos pertencente ao cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel.
- Tensão
- 25 de abril de 2026
- Por: Redação

A subprocuradora-geral da República, Elizeta Ramos, afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino interferiu em competências do Congresso Nacional ao pôr fim à aposentadoria compulsória como punição a magistrados que cometem desvios funcionais. A manifestação consta em recurso, apresentado no final de março, que estava em segredo de justiça, e, agora, teve o sigilo retirado.
“Tal construção hermenêutica retira o papel do legislador complementar da definição das sanções aplicáveis à magistratura, deslocando para a interpretação judicial a escolha política sobre quais condutas permitirão, ou não, a perda do cargo: precisamente o que a reserva de lei visa a impedir”, afirmou.
Dino ordenou em seu despacho que a aposentadoria compulsória seja substituída pela demissão do juiz infrator. A Procuradoria-Geral da República (PGR) avaliou, contudo, que a decisão do ministro obriga o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a aplicar sanções contra juízes e desembargadores sem o estabelecimento de regra legal “clara e específica” sobre o tema, “o que, como visto, é incompatível com a ordem constitucional vigente, pela flagrante ofensa aos princípios da legalidade e da segurança jurídica”.
Ramos pediu que a decisão de Dino seja submetida ao plenário do STF em vez da Primeira Turma por haver “relevante arguição de inconstitucionalidade ainda não decidida”. Ela também pleiteou que os efeitos da decisão sejam suspensos até o julgamento do recurso. A subprocuradora sustentou que a ordem pode ter se amparado em “intenções louváveis”, mas que pode representar risco à democracia do País.
“Concentrar no STF a decisão originária sobre a extinção do vínculo funcional de juízes e membros do MP, sem previsão constitucional expressa, por mais louváveis que sejam as intenções que inspirem tal concentração, tem o condão de esvaziar o núcleo essencial da garantia da vitaliciedade, expondo o Judiciário e o MP à vulnerabilidade frente a pressões políticas concentradas – precisamente o que Levitsky e Ziblatt identificam como sinais da erosão democrática de um país”, afirmou.
Após receber o recurso, o gabinete de Dino determinou a intimação das partes para manifestação no prazo de 15 dias. A aposentadoria compulsória é criticada por ser uma punição branda: o magistrado era afastado da função, mas continuava a receber vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Para Dino, além dessa crítica, a sanção já não tem amparo legal.


