- Intenções
- 16 de junho de 2026
- Por: Redação

A mais recente pesquisa eleitoral realizada no Maranhão pelo IPPI Pesquisas e Consultorias divulgada pelo Café Quente revelou um dado que chama atenção na disputa pelas duas vagas ao Senado Federal em 2026: a ex-governadora e deputada federal Roseana Sarney (MDB) e a senadora Eliziane Gama(PT) aparecem como as candidatas com maior índice de rejeição entre os nomes testados.
De acordo com o levantamento, ao serem questionados sobre em quem não votariam para senador, 16,9% dos entrevistados citaram Roseana Sarney. Em seguida aparecem Eliziane Gama (PT), com 13,7%, André Fufuca (PP), com 6,7%, Roberto Rocha (Novo), com 5,5%, e Weverton Rocha (PDT), com 4,7%.

Os demais nomes registraram índices menores de rejeição: Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) aparece com 3,5%, Simplício Araújo (DC) com 2,5%, Antônia Cariongo (PSOL) com 2,4%, Duarte Júnior (Avante) com 2,3%, Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza) com 2,1% e Franklin Douglas (PSOL) com 1,6%.
Apesar de liderar a rejeição, Roseana também aparece na dianteira das intenções de voto para o Senado, evidenciando um cenário de forte polarização em torno de seu nome.
Intenções de voto para o Senado
Na disputa senatorial, em que cada eleitor poderá escolher dois candidatos, Roseana Sarney lidera o primeiro voto com 17,4% das intenções. Em seguida aparecem Weverton Rocha (PDT), com 14,1%, Duarte Júnior (Avante), com 10,2%, Eliziane Gama (PT), com 8,6%, Roberto Rocha (Novo), com 8,3%, André Fufuca (PP), com 6,2%, e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), com 4,2%.
Os indecisos somam 15,8%, enquanto 10,2% afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados.
No cenário do segundo voto para senador, os indecisos lideram com 27,5%, seguidos por brancos, nulos ou nenhum, com 17,6%. Entre os candidatos, Roberto Rocha aparece com 10,1%, Weverton Rocha com 9,3%, Roseana Sarney com 8,6%, Eliziane Gama com 6,7%, André Fufuca com 6,3%, Duarte Júnior com 5,4% e Pedro Lucas Fernandes com 4,3%.
A pesquisa também avaliou a corrida pelo Palácio dos Leões. No cenário estimulado, o ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide, lidera com 41,1% das intenções de voto.
Na segunda colocação aparece Orleans Brandão (MDB), com 23,7%, seguido por Felipe Camarão (PT), com 6,1%, Lahesio Bonfim (Novo), com 5,5%, André Luís (Missão), com 2,6%, e Enilton Rodrigues (PSOL), com 0,9%.
Outros 13,5% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder, enquanto 6,5% declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados.
Considerando apenas os votos válidos, Eduardo Braide alcança 51,5%, contra 29,6% de Orleans Brandão e 7,6% de Felipe Camarão.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 13 de junho de 2026, ouvindo 1.500 eleitores em 79 municípios maranhenses. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-03193/2026.
- Levantamento
- 16 de junho de 2026
- Por: Redação

O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera todos os cenários de 1º turno testados para a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, segundo levantamento divulgado pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (16).
No primeiro cenário, Tarcísio aparece com 46% das intenções de voto, à frente do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que soma 33%.
Na sequência, aparecem o deputado federal Kim Kataguiri (Missão), com 8%, e o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), com 6%. Votos nulos e brancos somam 4%, enquanto 3% não sabem ou não responderam.
Em um segundo cenário sem Kataguiri, Tarcísio aparece com 49% das intenções de votos, seguido por Haddad, com 33%, e Serra, com 10%.
Votos nulos e brancos somam 4%, assim como o total de eleitores que não sabem ou não responderam.
Metodologia
A Real Time Big Data entrevistou 2.000 eleitores em todo o estado de São Paulo, entre os dias 13 e 15 de junho. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-09734/2026.
- Números
- 16 de junho de 2026
- Por: Redação

Nova pesquisa Futura/Apex, divulgada nesta terça-feira (16/6), revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se mantém na liderança nas intenções de voto do eleitor: em um eventual segundo turno, o petista tem 48,1% entre os entrevistados, contra 42,9% para o senador Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário até o momento.
Confira os números:
- Lula (PT): 48,1%
- Flávio Bolsonaro (PL): 42,9%
- Não sabem/Não responderam: 1,8%
- Brancos/Nulo: 7,2
Em relação à pesquisa anterior, de maio, divulgada após o áudio que revelou o caso Dark Horse e a relação de Flávio com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, a mudança é numérica, mas dentro da margem de erro do levantamento, 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em maio, o petista apareceu com 47,7%, subindo 0,4 ponto percentual, enquanto o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro saiu de 42,2% para os atuais 42,9%.
Lula também aparece na dianteira contra outros pré-candidatos ao Palácio do Planalto, como os ex-governadores de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Confira:
Lula x Romeu Zema
- Lula (PT): 48,5%
- Romeu Zema (Novo): 34,9%
- Não sabem/Não responderam: 3,3%
- Brancos/Nulo: 13,3
Lula x Ronaldo Caiado
- Lula (PT): 45%
- Ronaldo Caiado (PSD): 36,3%
- Não sabem/Não responderam: 4,6%
- Brancos/Nulo: 14,1
Lula x Renan Santos
- Lula (PT): 48,3%
- Renan Santos (Missão): 30,8%
- Não sabem/Não responderam: 4,1%
- Brancos/Nulo: 16,8%
Lula x Tereza Cristina
- Lula (PT): 48,5%
- Tereza Cristina (PL): 29,2%
- Não sabem/Não responderam: 3%
- Brancos/Nulo: 19,2%
Lula x Michelle Bolsonaro
- Lula (PT): 48%
- Michelle Bolsonaro (PL): 42,4%
- Não sabem/Não responderam: 1,5%
- Brancos/Nulo: 8,1%
E no 1º turno?
Nas projeções de primeiro turno, o atual presidente mantém dianteira contra todos os rivais. Veja:
Cenário 1
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- Lula (PT): 41,6%
- Flávio Bolsonaro (PL): 34,1%
- Ronaldo Caiado (PSD): 4,5%
- Romeu Zema (Novo): 3,5%
- Renan Santos (Missão): 2,3%
- Joaquim Barbosa (DC): 2,1%
- Cabo Daciolo (Mobiliza): 1,1%
- Augusto Cury (Avante): 0,9%
- Não sabem/Não responderam: 3,7%
- Brancos/Nulo: 6,3
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Cenário 2
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- Lula (PT): 39,8%
- Flávio Bolsonaro (PL): 32,8%
- Ronaldo Caiado (PSD): 8,5%
- Romeu Zema (Novo): 5,3%
- Renan Santos (Missão): 3,5%
- Não sabem/Não responderam: 2,4%
- Brancos/Nulo: 7,7%
- Cenário 3 – 1º turno (estimulada)
- Lula (PT): 42,7%
- Ronaldo Caiado (PSD): 16,5%
- Romeu Zema (Novo): 13,3%
- Renan Santos (Missão): 6,1%
- Não sabem/Não responderam: 5,1%
- Brancos/Nulo: 16,4
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Aprovação e avaliação
O presidente Lula registrou uma recuperação em seus índices de popularidade, segundo a pesquisa Futura/Apex: 49,6% dos brasileiros aprovam a gestão do petista, enquanto 47,7% manifestam desaprovação. O grupo dos eleitores que não souberam ou não responderam ao levantamento soma 2,7%.
O resultado marca uma inversão de tendência em relação à rodada anterior, realizada em maio, quando o cenário era de avaliação negativa. No mês passado, a desaprovação ao chefe do Executivo liderava com 51,8%, contra 44,9% de aprovação. À época, os indecisos ou que preferiram não opinar representavam 3,2% dos entrevistados.
Apesar da melhora na margem geral de aprovação, a avaliação do governo Lula ainda é negativa para a maioria:
- Ruim ou péssimo: 41,4%
- Ótimo ou bom: 39,8%
- Regular: 18%
- Não souberam/Não responderam: 0,9%
A pesquisa ouviu 2 mil pessoas entre os dias 8 e 12 deste mês. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01461/2026.
Metrópoles
- Pesquisa
- 16 de junho de 2026
- Por: Redação

A nova pesquisa do Instituto IPPI para o Governo do Maranhão aponta crescimento de Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB) na corrida eleitoral de 2026. Apesar do avanço dos dois principais nomes da disputa, a diferença entre eles aumentou e chegou a 18 pontos percentuais.
De acordo com o levantamento, Eduardo Braide aparece na liderança com 41,11% das intenções de voto. Na pesquisa anterior, realizada em maio, o prefeito de São Luís registrava 35,67%, o que representa um crescimento de 5,44 pontos percentuais.
Na segunda colocação está Orleans Brandão, que alcançou 23,7% das intenções de voto. Em maio, o pré-candidato tinha 19,47%, registrando avanço de 4,23 pontos percentuais.
Mais atrás aparecem Felipe Camarão (PT), com 6,1%, e Lahesio Bonfim, com 5,5% das intenções de voto. Ambos mantiveram desempenho semelhante ao observado no levantamento anterior. Porém o candidato do NOVO já está fora da disputa.
A pesquisa também identificou uma redução significativa no número de eleitores indecisos. O percentual caiu de 22% para 13,5%, indicando maior definição do eleitorado maranhense a pouco mais de três meses do início oficial da campanha.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MA-03193/2026.
Eduardo Braide (PSD): 41,11%
Orleans Brandão (MDB): 23,7%
Felipe Camarão (PT): 6,1%
Lahesio Bonfim: 5,5%
Indecisos: 13,5%
- Fim da escala 6x1
- 15 de junho de 2026
- Por: Redação
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (15) que convocou para a tarde de amanhã (16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1.

O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA).
Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.
Por ter sido encaminhada em regime de urgência, a proposta está trancando a pauta do plenário da Câmara, que só pode deliberar propostas de Emenda à Constituição (PECs), Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e requerimentos de urgência até que o projeto seja votado.
“Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado @leopratesba vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6×1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, escreveu Motta em uma rede social.
Na quinta-feira (11), Motta designou o deputado Leo Prates, que também relatou o texto da PEC que acabou com a escala 6×1, como relator do projeto. O texto aprovado no final de maio reduziu a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece a escala de cinco dias de trabalho por dois de folga (5×2). A atualmente a PEC está em análise no Senado Federal.
Além do projeto de lei que acaba com escala 6X1, os líderes vão debater ainda o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, o que a torna inafiançável e imprescritível.
Na última quarta-feira (10), a coordenadora do grupo de trabalho que debate a proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou uma nova versão do texto, que já foi aprovado no Senado.
“Já a deputada @tabataamaralsp apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana”, completou Motta.
A relatora alterou principalmente a definição de misoginia.
“A fim de preservar a uniformidade conceitual da legislação penal e processual penal sobre o tema, propomos a substituição dos termos ‘ódio’ e ‘aversão’, previstos no projeto para a caracterização da misoginia, pelas expressões ‘menosprezo ou discriminação’ em razão da ‘condição de mulher’.”
Agência Brasil
- No G7
- 15 de junho de 2026
- Por: Redação
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta segunda-feira (15), de encontros bilaterais com os presidentes da Suíça, Guy Parmelin, em Genebra; e da França, Emmanuel Macron, ao chegar na cidade francesa de Évian, onde participa da Cúpula do G7 – fórum que reúne as sete maiores economias do mundo.

Na reunião com Macron, que durou cerca de 40 minutos, os líderes destacaram a cooperação bilateral, especialmente na área de defesa, com ênfase no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub).
Trataram também do fortalecimento da cooperação entre a Guiana Francesa e o Amapá, bem como do interesse francês em apoiar o Brasil na área de supercomputadores.
Lula ainda relembrou a criação da Unitaid, organização internacional voltada à saúde global, criada em 2006 com o objetivo de ampliar o acesso de países do Sul Global a medicamentos e tecnologias da saúde.
Suíça
No encontro com Parmelin, quando Lula estava a caminho da França, o foco da reunião foi a ampliação do comércio bilateral e a diversificação das exportações.
Segundo o Planalto, os dois presidentes concordaram que o acordo Mercosul-EFTA representa uma “oportunidade para ampliar o comércio, em um cenário global marcado pelo aumento do protecionismo e do unilateralismo”.
Lula em reunião com Guy Parmelin – Ricardo Stuckert / PR
O EFTA reúne países europeus que estão fora da União Europeia – Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.
Entre as decisões tomadas por Lula e Parmelin durante o encontro está a de expandir a cooperação em áreas como inteligência artificial, energia, saúde e defesa.
O presidente suíço elogiou o Brasil pela realização da COP30 e pelos avanços no combate ao desmatamento.
G7
Lula participa como convidado da Cúpula do G7, entre os dias 15 e 17 de junho. O grupo é formado por EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão.
Durante o encontro, ele deve defender a ampliação da ajuda internacional a países em desenvolvimento e a reforma da governança global, com ênfase em instituições como a ONU e a OMC.
Lula também participará de debates sobre crescimento econômico equilibrado e inteligência artificial, abordando oportunidades e riscos da tecnologia.
A cúpula discutirá ainda temas como proteção digital de crianças, combate ao narcotráfico, migração, câncer e minerais críticos.
O presidente busca reforçar o multilateralismo em meio a tensões comerciais globais, incluindo críticas recentes dos Estados Unidos ao Brasil.


