
A divulgação de um vídeo com acusações do ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim contra o ministro Flávio Dino pode levar o STF a reavaliar as medidas cautelares impostas ao ex-deputado estadual.
A decisão judicial proíbe Cutrim de conceder entrevistas, fazer pronunciamentos públicos, gravar áudios, realizar ligações e acessar redes sociais. Caso a publicação seja considerada descumprimento da ordem, a prisão domiciliar poderá ser convertida em prisão preventiva.
Pessoas próximas ao ex-secretário afirmam que o vídeo foi gravado antes da decisão do STF. A data da gravação será um dos pontos centrais para a análise do caso.
Cutrim é investigado por suspeitas de coação e obstrução da Justiça relacionadas ao caso Tech Office.
